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ATUALIZADA - Para ministro tucano, PSDB ataca Temer em "ocasião inoportuna"

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GUSTAVO URIBE, TALITA FERNANDES E DIOGO BERCITO

BRASÍLIA, DF, E HAMBURGO, ALEMANHA (FOLHAPRESS) - O ministro das Relações Exteriores, Aloysio Nunes Ferreira, criticou nesta sexta-feira (7) declarações de dirigentes tucanos de que o governo do presidente Michel Temer está próximo do fim.

Na Alemanha, onde acompanha participação do presidente no G20, ele afirmou que nem os ex-presidentes Dilma Rousseff e Luiz Inácio Lula da Silva foram tratados pelo PSDB como o partido tem se referido ao peemedebista.

"Do ponto de vista dos interesses do Brasil, não poderia haver ocasião mais inoportuna para os recentes ataques de dirigentes do PSDB ao presidente da República, quando ele representa nosso país na cúpula do G20. Nem Lula nem Dilma tiveram esse tratamento de nossa parte quando éramos oposição", disse nas redes sociais.

Nesta quinta-feira (6), o presidente interino do PSDB. senador Tasso Jereissati (CE), disse considerar que o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ) pode conduzir o país em uma transição até a próxima eleição presidencial, em 2018.

No mesmo dia, em fala a um grupo de investidores, o senador Cássio Cunha Lima (PSDB-PB) disse que, se depender da tramitação da denúncia contra o peemedebista, "dentro de 15 dias o país terá um novo presidente".

Preocupado com o fortalecimento da articulação para que Maia assuma o Palácio do Planalto, Temer pediu aos ministros tucanos que saiam em defesa dele.

A solicitação foi feita em reunião ministerial, na quarta-feira (6), véspera de sua viagem para a Alemanha.

ALIADO

O deputado Beto Mansur (PRB-SP) é o único congressista a acompanhar Temer na cúpula do G20. Ele disse que a declaração de Tasso Jereissati é um "desserviço à nação" e não reflete o conjunto da bancada do PSDB. "Como presidente do partido, fazer um comentário desses com quatro ministérios dentro do governo, isso eu acho um absurdo."

Sobre a análise da denúncia na Câmara, Mansur disse: "Fizemos uma análise vindo no avião de quantos votos a gente tem na Comissão de Constituição e Justiça. A gente vai ganhar. Acho que entre 39 e 40 votos." A comissão tem 66 deputados.

Questionado sobre uma possível Presidência de Rodrigo Maia (DEM-RJ), disse que "pode haver um comentário aqui e ali de quem está contra o governo do Michel".

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