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Ivan Valente, Humberto Costa e Guilherme Boulos pedem eleições diretas

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ARTUR RODRIGUES, THAÍSA OLIVEIRA E DIANA LOTT

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Em São Paulo, o deputado federal Ivan Valente (PSOL) afirmou que o governo acabou. "Não há outra alternativa democrática e popular. Diretas Já!", disse.

Ele convocou os manifestantes ao protesto de quarta-feira (24), em Brasília.

"No dia 24, nós temos que dar a demonstração cabal de que esse governo acabou. Vamos encher Brasília, fechar o Congresso Nacional e gritar bem alto: Fora Temer e Diretas-Já."

Segundo ele, a "elite brasileira quer uma saída por cima", se referindo à possibilidade de eleições indiretas. O deputado criticou o Congresso, afirmando que ele foi "comprado pela Odebrecht e pela OAS".

Para Valente, a defesa de eleições diretas é a pauta atual que "une o povo brasileiro".

O senador Humberto Costa (PT) também defendeu eleições diretas e exigiu a saída do presidente Michel Temer.

O senador disse que o presidente não reúne mais nenhuma condição política ou ética e que sua permanência no poder vai agravar a situação econômica do país.

"Precisamos de um governo que venha barrar essas reformas impopulares."

BOULOS

O coordenador geral do MTST e da Frente Brasil Sem Medo, Guilherme Boulos disse que vai "barrar" as eleições indiretas.

"Se amanhã [segunda] colocarem o Rodrigo Maia, é fora Maia. Se colocarem a Cármen Lúcia, é fora Cármen Lúcia", disse.

"Não adianta mudar o presidente e manter esta agenda antipopular. Vamos ter que tomar as ruas deste país para gritar Fora Temer e Diretas Já", disse Boulos em seu discurso.

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