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Movimentação de R$ 1,2 mi de Adriana Ancelmo é legal, diz procurador

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ITALO NOGUEIRA

RIO DE JANEIRO, RJ (FOLHAPRESS) - O procurador Rodrigo Timóteo afirmou nesta terça-feira (16) que a movimentação financeira nas contas de Adriana Ancelmo feita após sua prisão foram regulares. Desta forma, não haverá novo pedido de prisão contra a advogada.

Ex-primeira-dama do Rio, Ancelmo havia informado em depoimento ao juiz Marcelo Bretas que transferira recursos de previdência privada para sua conta pessoal para quitar dívidas do escritório e com advogados. As contas de Ancelmo estavam bloqueadas desde fevereiro deste ano.

Contudo, a ordem para a transferência ocorreu em dezembro de 2016, quando não havia ordem judicial para bloqueios. Nesta data, foi transferido R$ 1,18 milhão. Outro R$ 1,2 milhão foi enviado em fevereiro por regras da aplicação bancária.

O Ministério Público Federal detectou esta última movimentação, que acabou bloqueada, e suspeitou de que Ancelmo a fizera quando estava presa. Timóteo afirmara, após o depoimento, que poderia haver novo pedido de prisão.

"Ficou esclarecida a movimentação e não haverá novo pedido", disse o procurador em coletiva nesta manhã.

Há contudo uma outra decisão do Tribunal Regional Federal que determina a prisão da advogada. Está pendente a análise de recurso do caso para que se efetive ou não o retorno à cadeia.

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