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Cardozo diz não ver irregularidades em mensagens de empreiteiro

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MARCELO NINIO
WASHINGTON, EUA (FOLHAPRESS) - O ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, diz não ver irregularidade nas mensagens de texto encontradas no celular do ex-presidente da construtora OAS, José Aldemário Pinheiro -o Leo Pinheiro- indicando que o chefe da Casa Civil, Jaques Wagner, tratou de doações de campanha para o PT em 2012.
Investigado na Lava Jato, Pinheiro foi condenado a 16 anos de prisão por corrupção.
"Pelo que li, as mensagens em si não qualificam situação ilícita. Estou falando como leitor de jornal e apreciador de direito. Como ministro, não posso dizer se aquilo é real ou não", disse Cardozo em Washington, onde participou de uma reunião sobre segurança na OEA (Organização de Estados Americanos).
O ministro condenou o vazamento das mensagens e disse que determinou a abertura de inquérito policial para apurar quem foram os responsáveis. "Da maneira com que isso vem a público é muito ruim, porque a lei é desrespeitada, pessoas são atingidas sem que possam se defender", disse.

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