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Política

Com 17 kg a menos, Dilma diz que 'afrouxou' dieta que segue desde 2014

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MARINA DIAS
BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - Eram 9h46 desta quinta-feira (7) quando a presidente Dilma Rousseff chegou ao segundo andar do Palácio do Planalto para um café da manhã com jornalistas e viu à sua frente apenas um pequeno prato de porcelana com pedaços de queijo -um deles produzido com 98% de leite- e um copo com água. Mais nada.
"Quero também um café", apressou-se a dizer quando viu se aproximar um dos garçons. Colocou duas gotas de adoçante e, assim, passou a uma hora e meia seguinte em que falou sobre a crise política e econômica do país.
Apesar do desjejum restrito diante da imprensa, Dilma já deu uma afrouxada na dieta que segue desde o fim de 2014 e que já lhe rendeu 17 kg a menos.
Quando está em casa, no Palácio da Alvorada, a presidente toma seu café com adoçante e, além do queijo, come tapioca. "Mas pão nunca, nem integral. Tenho problema com glúten".
Dilma continua pedalando todos os dias por pelo menos quarenta minutos, evita doces e frituras, mas resolveu, junto com a quinoa e outros grãos, voltar a comer arroz -de preferência integral. Além de "saudar a mandioca", a presidente resolveu apostar nela também como fonte de carboidrato. Sempre cozida. "Dá certo", ela garante.
O emagrecimento e a rotina de exercícios têm sido a fonte do bom humor da presidente, que parecia mais confortável do que o normal mesmo diante das perguntas sobre o complicado momento por que passa o país.
Cantou o hino do Rio Grande do Sul, onde fez sua carreira política, e falou sobre o nascimento, nesta quinta-feira, de Guilherme, seu segundo neto. "Devo ser a única pessoa no mundo a achar recém-nascido bonito", brincou.
Para evitar o ciúmes de Gabriel, que nasceu durante a campanha presidencial de 2010 e é o xodó da presidente, Dilma confidencia: "Tem um segredo: Gabriel vai levar um presente para o Guilherme".

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