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do 'NYT' relata experiência na cobertura de crises humanitárias

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Repórter do "New York Times", Sheri Finki relatou no Festival Piauí Globonews de Jornalismo sua experiência na cobertura de crises humanitárias em regiões como Nova Orleans, nos EUA, atingida pelo furacão Katrina, e Libéria, na África Ocidental, em meio à epidemia do ebola.
Com formação em medicina, destacou a abordagem que deu a questões éticas ligadas ao trabalho dos profissionais de saúde, por exemplo, quanto à triagem de doentes -quais priorizar ao evacuar um hospital tornado inviável.
Abordou também a opção que ela mesma precisou fazer, ao trocar o ativismo de sua juventude, quando se aproximou do jornalismo, por regras mais estritas de distanciamento em relação ao objeto de cobertura.
Descreveu o jornalismo como "diferente do ativismo e parecido com a ciência", com a medicina, por exigir que o profissional seja "aberto a levar em conta o contrário do que pensa". De todo modo, sente-se hoje, "às vezes, menos uma boa cidadã" do que poderia, se se mantivesse engajada.
Finki foi entrevistada pelo fundador da revista "piauí", João Moreira Salles, e por Cristiane Segatto, repórter da revista "Época".

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