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Richa volta a defender ação da PM em protesto de professores

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Richa concede coletiva na capital (Foto: AEN)
Richa concede coletiva na capital (Foto: AEN)

O governador Beto Richa (PSDB) voltou a afirmar nesta quinta-feira (21) que não houve excesso da Polícia Militar (PM) durante protesto dos professores no Centro Cívico de Curitiba, dia 29 de abril. Na oportunidade,  213 pessoas ficaram feridas durante manifestação contra a votação da lei que mudou o regime previdenciário dos servidores públicos estaduais.

 “Os soldados da PM foram agredidos por grupos radicais que não estavam ali para se manifestar pacificamente. Estavam infiltrados no movimento e queriam invadir a Assembleia Legislativa”, afirmou Richa, na solenidade da troca de comando da Policia Militar do Paraná (PM-PR), realizada na capital. No discurso da posse do novo comandante, o coronel Maurício Tortato, que assumiu o cargo depois que o ex-comandante Cesar Kogutpediu exoneração, Richa voltou a afirmar que os mais de 1,6 mil policiais que atuaram naquele episódio tinham sido agredidos pelos manifestantes..

Ele também disse que os integrantes desse suposto grupo queriam desgastar a imagem política do governo.

GREVE

Ele também classificou a greve dos professores como um ato com motivação política. “É uma greve sem objeto definido. Sem pauta definida. Uma hora é a votação na Assembleia, outra hora é data-base”, disse. (Com informações da Gazeta do Povo)




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