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​Comando da greve dos professores se reúne para elaborar resposta ao governo

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Professores fizeram uma série de protestos na quinta-feira (14) em Curitiba - Foto: Aniele Nascimento/ Gazeta do Povo
Professores fizeram uma série de protestos na quinta-feira (14) em Curitiba - Foto: Aniele Nascimento/ Gazeta do Povo

Dirigentes da APP-Sindicato, entidade que representa os servidores da educação, estão reunidos na manhã desta sexta-feira (15) em Curitiba para alinhar uma resposta ao governo do Paraná. A reunião começou às 9 horas. Representantes do interior, dos 29 núcleos sindicais da entidade, estão presentes no encontro.

Desta reunião, também deve sair uma data para realização de uma assembleia dos professores.

O encerramento ou não desta segunda etapa da greve dos docentes, que completa 19 dias nesta sexta-feira (15), só pode ser decidido em assembleia.

Os educadores convocaram a reunião em função da série de decisões do governo estadual, divulgada na quinta-feira (14), a respeito da data-base dos servidores públicos e da greve dos professores. Entre as decisões do Executivo está a de enviar um projeto de lei à Assembleia Legislativa no qual está previsto um índice de 5% de reajuste salarial aos servidores, em duas parcelas, e condicionado à disponibilidade financeira do estado. Ou seja, não haveria uma data para aplicação do índice.

O Fórum Estadual dos Servidores (FES), que reúne 21 sindicatos de servidores, esperava um índice de no mínimo 8,17%, correspondente à inflação dos últimos 12 meses medida pelo IPCA. Já a APP-Sindicato buscava um índice ainda maior, de 13,01%, reajuste aplicado em janeiro no piso nacional do professor.

Negociações encerradas

Além de anunciar um índice, o governo estadual também declarou que considera encerradas as negociações da data-base com as 21 entidades de servidores, confirmando uma tensão que já estava se desenhando desde a primeira reunião entre a Secretaria de Estado da Administração e da Previdência (Seap) e o FES, no último dia 5.

Os servidores saíram daquela reunião sem garantias de que haveria a correção inflacionária nos salários.

Uma semana depois, em uma nova reunião entre Seap e FES, o governo estadual não apresenta uma proposta concreta e pede mais uma semana para as negociações. Com duras críticas ao governo estadual, representantes do FES saíram da reunião exigindo um índice o quanto antes.

Nesta quinta-feira (14), ao saber da decisão do governo estadual, o presidente da APP-Sindicato, Hermes Leão da Silva, afirmou que o governador Beto Richa (PSDB) agia com autoritarismo e antecipou que a entidade deve apoiar a deflagração de uma greve de todos os servidores do estado, a partir de terça-feira (19).

Com informações da Gazeta do Povo - Leia matéria completa AQUI

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