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​"Clube' das empreiteiras se reuniu dez vezes em 2 anos, diz testemunha

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O engenheiro Maurício Godoy, que presidiu até o fim de ano passado a SOG Óleo e Gás pertencente à Toyo Setal – uma das empresas investigadas pela Operação Lava Jato – afirmou em audiência na Justiça Federal, em Curitiba, na quinta-feira (5), que 16 empresas da iniciativa privada se reuniram, entre 2010 e 2011, para discutir as licitações a Petrobras. Entretanto, ele afirmou que não poderia citar um contrato que foi vencido conforme teriam combinado as empresas.

Godoy foi ouvido na condição de testemunha de acusação do Ministério Público Federal (MPF) na ação penal contra a empresa Galvão Engenharia. Conforme denúncia do MPF, executivos da empresa foram acusados de lavagem de dinheiro, corrupção e formação de organização criminosa no período de 2004 a 2014.

Segundo a denúncia, a empresa participava do chamado ‘clube’ de empresas que, por meio de um cartel, fraudavam as licitações da Petrobras. Para conquistar os contratos, essas empresas pagavam propina a diretores da Petrobras e a partidos políticos, com a intermediação de operadores.

Maurício Godoy está em meio a um processo de adesão a acordo de leniência com o Ministério Público Federal (MPF). Os acordos de leniência são semelhantes aos acordos de delação premiada e preveem que pessoas jurídicas que assumam atos irregulares e colaborem com investigações possam ter redução da punição. De acordo com Godoy, a empresa anunciou que faria o acordo, e que questionou o interesse dos executivos em participar. Ele declarou que decidiu fazer parte “para ficar protegido”. O MPF informou durante a audiência que se compromete a não propor qualquer ação de natureza civil e criminal contra os colaboradores e seus prepostos, dirigentes e acionistas que aderiam ao acordo de leniência.

Ele disse não ter entregado nenhum documento ao MPF, e que também não prometeu entregar nada.

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Edhucca

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