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Maluf deve ser reconduzido à presidência do PP-SP, diz Justiça

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SÃO PAULO, SP - O deputado federal Paulo Maluf (PP-SP) ganhou na Justiça o direito de retornar à presidência do PP-SP, cargo do qual havia sido destituído no final do ano passado. 

Maluf entrou com recurso contra a decisão da Executiva Nacional do PP, pedindo antecipação dos efeitos da tutela, o que foi acatado pela 4ª Turma Cível do Tribunal de Justiça do Distrito Federal. 

"É possível vislumbrar a possibilidade de lesão grave e de difícil reparação imputável ao recorrente, que ocupava a presidência do Diretório Estadual do partido em São Paulo com mandato que expira apenas em junho de 2015", escreveu o desembargador Cruz Macedo na decisão. 

O magistrado também afirmou ser relevante o fato de que não há previsão de ato do presidente do partido para dissolução de um diretório estadual no estatuto do PP. 

O cargo que deve ser retomado por Maluf está ocupado pelo deputado Guilherme Mussi. No site do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), ainda consta o nome de Mussi como presidente do PP-SP. 

INTERVENÇÃO 

O mandato de Maluf iria até junho de 2015. Para substituí-lo, foi preciso intervenção da Executiva Nacional, que formou uma comissão provisória.

À reportagem, Guilherme Mussi afirmou que a troca já estava acordada com o partido antes das eleições. Segundo ele, o critério seria escolher o candidato mais votado do partido no Estado, à exceção de Maluf.
Mussi teve 156 mil votos e Maluf, 250 mil. Inicialmente barrado pela Lei da Ficha Limpa, Maluf conseguiu reverter a decisão no TSE e tomou posse na Câmara dos Deputados.

Diferentemente de Maluf, Mussi defende o restabelecimento das relações com o governador Geraldo Alckmin (PSDB). Nas eleições deste ano, o PP apoiou o candidato do PMDB ao governo estadual, Paulo Skaf.

O deputado também apoiou o candidato do PSDB ao governo federal, Aécio Neves, contrariando o apoio nacional da sigla à presidente Dilma Rousseff (PT).

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