Política

Em nota, Dilma anuncia dez novos ministros

Da Redação ·
A presidenta eleita, Dilma Rousseff, confirmou hoje, por meio de nota, o convite a dez novos integrantes de seu ministério
fonte: Arquivo
A presidenta eleita, Dilma Rousseff, confirmou hoje, por meio de nota, o convite a dez novos integrantes de seu ministério

A presidenta eleita, Dilma Rousseff, confirmou hoje, por meio de nota, o convite a dez novos integrantes de seu ministério. A senadora Ideli Salvatti assumirá o Ministério da Pesca e Aquicultura; a deputada Maria do Rosário chefiará a Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República; a jornalista Helena Chagas vai para a chefia da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República; o atual ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, será o titular do Ministério das Comunicações.

continua após publicidade

Além deles, o senador Garibaldi Alves assumirá o Ministério da Previdência Social; o senador Edison Lobão retornará ao Ministério de Minas e Energia; o deputado Pedro Novais vai para o Ministério do Turismo; o ex-deputado Wagner Rossi permanecerá à frente do Ministério da Agricultura; o senador Alfredo Nascimento voltará ao comando dos Transportes; e o ex-governador Moreira Franco comandará a Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência da República.

continua após publicidade

No comunicado, Dilma "determinou a seus novos auxiliares que trabalhem de forma integrada com os demais setores do governo para dar cumprimento a seu programa de desenvolvimento com distribuição de renda e estabilidade econômica, assegurando a melhoria de vida de todos os brasileiros".

continua após publicidade

Até agora já foram confirmados no ministério de Dilma 16 titulares. Na semana passada ela anunciou Antonio Palocci para a Casa Civil, Gilberto Carvalho para a Secretaria-Geral da Presidência da República e José Eduardo Cardozo para o Ministério da Justiça.

Antes, já havia anunciado sua equipe econômica, formada por Guido Mantega, que permanecerá à frente da Fazenda; Miriam Belchior, para o Ministério do Planejamento; e o atual diretor de Normas, Alexandre Tombini, para a presidência do Banco Central (BC).