Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Política

publicidade
POLÍTICA

Com resistência interna a Haddad, PMDB discute apoio formal a Alckmin

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

GUSTAVO URIBE
SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Com resistência interna a um acordo em torno da candidatura à reeleição do prefeito Fernando Haddad (PT), o PMDB em São Paulo discute o apoio formal ao governo Geraldo Alckmin (PSDB).
O partido, que lançou candidatura adversária ao tucano na eleição do ano passado, informou ao governo estadual que pretende compor com a base governista na Assembleia Legislativa de São Paulo e está disposto a aumentar sua participação na administração paulista.
Atualmente, o peemedebista Alexandre de Moraes comanda a Secretaria de Segurança Pública, mas a escolha não fez parte da cota partidária, e sim da cota pessoal do governador.
No começo deste mês, o líder do PMDB na Assembleia Legislativa de São Paulo, Jorge Caruso, reuniu-se com o secretário estadual da Casa Civil, Edson Aparecido.
Segundo a reportagem apurou, no encontro, que teve a participação também do deputado estadual Itamar Borges (PMDB-SP), foi feita a avaliação de que a situação do PT na prefeitura de São Paulo é de "muita dificuldade".
Uma nova reunião é esperada para os próximos dias.
A operação que levou o ex-deputado federal Gabriel Chalita (PMDB-SP) ao comando da Secretaria da Educação, e que deve lançá-lo como vice do prefeito na disputa do ano que vem, vem sendo criticada por alguns dirigentes do partido.
Na avaliação deles, o vice-presidente Michel Temer deveria ter consultado as lideranças da legenda em São Paulo antes de ter fechado o acordo com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Segundo a última pesquisa Datafolha, realizada em fevereiro, 44% avaliam a gestão do petista como ruim ou péssima.
PSDB
No comando do governo estadual, Geraldo Alckmin terá como desafio no ano que vem pacificar as diferentes alas do partido para a escolha do candidato tucano, bem como ajudar na articulação de apoios.
No PSDB, os mais cotados atualmente para o posto são o vereador Andrea Matarazzo e o deputado federal Bruno Covas.
Pela primeira vez desde 1996, nem Geraldo Alckmin nem José Serra devem disputar o cargo.
No Estado, a expectativa da legenda é aumentar no ano que vem o número atual de prefeituras controladas pelo partido, cerca de 200.
Para isso, o governador tem apoiado o nome do ex-deputado federal Emanuel Fernandes, que já ocupou a Secretaria de Planejamento, para a presidência estadual do PSDB em São Paulo, em eleição marcada para junho.

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Política

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV