Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Política

publicidade
POLÍTICA

Pegar bem, não pegou, diz Temer sobre escândalo na Petrobras

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

DIOGO BERCITO
MADRI, ESPANHA (FOLHAPRESS) - O vice-presidente Michel Temer (PMDB) afirmou na manhã desta quinta-feira (23) em visita à Espanha, comentando as notícias de corrupção na Petrobras e a demonstração financeira da estatal, que "pegar bem, não pegou".

Temer falava ao público durante um evento organizado pela agência de notícias "Efe", voltado a líderes. Ele disse que "ninguém aplaudiu" os fatos relacionados à Petrobras e elogiou a transparência da demonstração financeira.

Com impacto do lançamento de perdas de R$ 6,194 bilhões relacionadas à corrupção e outros R$ 44,345 bilhões à reavaliação dos ativos, a Petrobras registrou, em 2014, prejuízo de R$ 21,587 bilhões ante o lucro de R$ 23,6 bilhões registrado em 2013, segundo balanço divulgado nesta quarta (22). A divulgação das demonstrações contábeis auditadas do terceiro trimestre estavam atrasadas havia 159 dias, e a anual, 22 dias.

De acordo com a consultoria Economatica, este é o primeiro prejuízo anual da Petrobras desde 1991, quando a estatal registrou perda de R$ 1,2 bilhão, segundo dados ajustados pela inflação.

"Dizer que ficou bem para a Petrobras e para os brasileiros, não ficou. Pegar bem, não pegou. Ninguém aplaudiu. Mas a Petrobras tem tido uma transparência. Vai recuperando a imagem", afirmou o vice-presidente.

Quanto aos protestos realizados no país contra o governo, Temer afirmou que as exigências "são cada vez maiores, e não nos assustamos". "É natural que os anseios aumentem."

O vice-presidente foi questionado pelo público justamente nesses pontos, com perguntas sobre a possibilidade de um impeachment e de antecipação das eleições. Ele repetiu o discurso de que não há crise institucional no país.

Mais tarde, em visita à Casa do Brasil, em Madri, o vice-presidente comentou a aprovação preliminar, contra a vontade do governo, de uma proposta de emenda à Constituição que reduz o número de ministérios para 20, projeto capitaneado pelo presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), e apoiado por outros peemedebistas.

Temer, que agora é responsável pela articulação política do governo e não conseguiu evitar a aprovação da proposta na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara, afirmou que "redução no número de ministérios é razoável" e que "todo o mundo pensa nisso".

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Política

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV