Dois paranaenses estão na lista de cotados para vaga no STF
A presidente Dilma Rousseff deve fazer a indicação do novo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) na semana que vem. No páreo estão ao menos sete nomes apadrinhados por autoridades do Judiciário, do Executivo e do Legislativo. Entre eles, há pelo menos dois paranaenses.
O advogado paranaense Luiz Edson Fachin é próximo da Central Única dos Trabalhadores (CUT) e tem apoio de Sigmaringa.Presença frequente nas apostas sempre que uma vaga é aberta no Supremo Tribunal Federal, o professor e advogado ganhou um novo apoio; no Facebook, o senador Alvaro Dias (PSDB-PR) anunciou que a bancada paranaense no Congresso deve enviar à presidente Dilma Rousseff (PT) um manifesto de apoio ao professor e advogado. "O jurista paranaense, competente e suprapartidário, se indicado, valorizará a Suprema Corte do país", diz a mensagem do senador tucano.
Pelas mãos do ex-deputado também chegou à mesa de Dilma o nome de Clèmerson Clève, jurista que tem a simpatia dos ministros do STF Gilmar Mendes e Teori Zavascki. O jurista Clèmerson Merlin Clève, professor titular da Universidade Federal do Paraná.
A escolha do substituto de Joaquim Barbosa começou a ser discutida no início de março, após vários meses de vacância, mas foi adiada devido à chegada ao STF dos pedidos de abertura de inquérito sobre autoridades envolvidas no escândalo de corrupção da Petrobras.Para o Planalto, o momento era inapropriado, pois o nome tem de passar pelo crivo do Senado, cujo presidente, Renan Calheiros (PMDB-AL), é um dos alvos da investigação na Corte
O ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, e o ex-deputado Sigmaringa Seixas, que tem trânsito no Supremo, ambos do PT, costumam ser consultados por Dilma. O presidente da Corte, Ricardo Lewandowski, também tenta ser ouvido. E cabe ao Senado aprovar o nome do indicado após sabatina.
O presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Marcus Vinícius Furtado Coêlho, tem apoio de Renan. Dilma também avalia o nome de três ministros do Superior Tribunal de Justiça: Benedito Gonçalves, Luis Felipe Salomão e Mauro Campbell.
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