Política

​Duque deixa a carceragem no PR e segue para depor na CPI

Da Redação ·
Renato Duque foi preso pela segunda vez na Lava Jato (Foto: Cassiano Rosário/Futura Press/ Estadão Conteúdo)
Renato Duque foi preso pela segunda vez na Lava Jato (Foto: Cassiano Rosário/Futura Press/ Estadão Conteúdo)

O ex-diretor de Serviços da Petrobras Renato Duque deixou a carceragem da Polícia Federal (PF) por volta das 5h desta quinta-feira (19) em direção à Brasília

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Preso pela segunda vez desde segunda-feira (16), Duque será ouvido perante a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Petrobras nesta manhã.

O ex-diretor da estatal saiu da PF sob escolta policial e seguiu em direção ao Aeroporto Afonso Pena. A PF não informou sobre o horário da decolagem. Já um dos advogados que o representa, Alexandre Lopes, informou que Duque foi levado em um avião da PF por volta das 6h. Ainda segundo o jurista, o preso deveria chegar a Brasília até as 8h, porém, até as 8h50 a aeronave não havia pousado.

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Também foram convocados para a CPI os ex-presidentes da estatal Graça Foster e Sergio Gabrielli, além do ex-diretor de Abastecimento Paulo Roberto Costa e dos ex-diretores da área Internacional Nestor Cerveró e Jorge Zelada. Duque voltou a ser preso na deflagração da 10ª fase da Operação Lava Jato, devido a movimentações, no curso das investigações, de dinheiro depositado em contas no exterior.

De acordo com a Polícia Federal, 131 obras de arte foram apreendidas na casa do ex-diretor. A convocação dele para depor na CPI foi aprovada pela comissão da Câmara no último dia 5.

A Lava Jato começou em março de 2014 e investiga um esquema bilionário de lavagem de dinheiro. A última fase foi batizada de "Que país é esse". De acordo com os policiais, o nome faz referência a uma frase dita por Renato Duque quando foi preso pela primeira vez, em novembro de 2014.

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