Política

​Cardozo diz em nome de Dilma que governo está 'ouvindo' manifestações

Da Redação ·
Dilma ainda não se manifestou publicamente sobre os protestos - Foto: Luis Macedo/ Câmara dos Deputados
Dilma ainda não se manifestou publicamente sobre os protestos - Foto: Luis Macedo/ Câmara dos Deputados

O ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, afirmou nesta segunda-feira (16), após participar de uma reunião entre nove ministros e o vice-presidente Michel Temer com a presidente Dilma Rousseff no Palácio do Planalto, que o governo federal está "ouvindo as manifestações" e "aberto ao diálogo". As informações são do G1.

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O ministro disse que falou em nome da presidente. "É a fala dela que estamos reproduzindo", declarou.

Dilma reuniu o conselho político, formado pelo vice e os ministros, para avaliar o impacto do protestos deste domingo (15). Cardozo e o ministro de Minas e Energia, Eduardo Braga, foram destacados pela presidente para relatar à imprensa o que foi discutido na reunião, da qual também participaram o assessor especial da presidente Gilles Azevedo e os ministros Miguel Rossetto (Secretaria-Geral), Aloizio Mercadante (Casa Civil), Jaques Wagner (Defesa), Gilberto Kassab (Cidades), Eliseu Padilha (Aviação Civil), Aldo Rebelo (Ciência e Tecnologia) e Pepe Vargas (Relações Institucionais).

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"O governo está inteiramente aberto ao diálogo e assume como postura central o diálogo com todas as forças sociais. E pouco importa se são forças sociais que apoiam o governo ou são forças sociais contra o governo. [...] O governo está ouvindo as manifestações", disse Cardozo.

Dilma ainda não se manifestou publicamente sobre os protestos. Neste domingo, ela monitorou os desdobramentos no Palácio da Alvorada e se reuniu com alguns ministros após as manifestações.

No final do dia, Cardozo e o ministro da Secretaria-Geral, Miguel Rossetto, concederam uma entrevista para falar sobre os atos públicos.

Segundo o ministro Eduardo Braga, a presidente da República encarou os protestos que reuniram mais de 1 milhão de pessoas neste domingo "com um sentimento de quem preza a liberdade de expressão".

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