Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Política

publicidade
POLÍTICA

Supremo abre inquérito para investigar 47 políticos envolvidos na Lava Jato

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

Supremo abre inquérito para investigar 47 políticos envolvidos na Lava Jato
Autor No caso do Antonio Palocci, o ministro decidiu, conforme o pedido da Procuradoria Geral, remeter o caso para a primeira instância da Justiça Federal no Paraná - Foto: Divulgação - Foto: Reprodução

O ministro Teori Zavascki, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu nesta sexta-feira (5) autorizar a abertura de inquérito para investigar políticos suspeitos de participação no esquema de corrupção da Petrobras revelado pela Operação Lava Jato.

A informação foi dada a partir das 20h25, depois de um dia de intensa ansiedade nos meios políticos de Brasília. Uma assessora do Supremo leu os nomes dos parlamentares alvos dos inquéritos. São os seguintes:

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

Vice-governador

João Leão (PP-BA) – vice-governador da Bahia Senadores

Renan Calheiros (PMDB-AL) – presidente do Senado e do Congresso Nacional

Antonio Anastasia (PSDB-MG)

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Benedito de Lira (PP-AL)Ciro Nogueira

(PP-PI) – senador pelo Piauí e presidente nacional do PP

Edison Lobão (PMDB-MA) – senador pelo Maranhão e ex-ministro de Minas e Energia

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Fernando Collor (PTB-AL) – senador por Alagoas e ex-presidente da República

Gladison Cameli (PP-AC)

Gleisi Hoffmann (PT-PR) – senadora pelo Paraná e ex-ministra da Casa Civil

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Humberto Costa (PT-PE) – senador por Pernambuco e ex-ministro da Saúde

Lindberg Farias (PT-RJ) – senador pelo Rio de Janeiro e ex-candidato ao governo do Estado

Romero Jucá (PMDB-RR) – senador por Roraima e ex-líder do governo no Senado

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Valdir Raupp (PMDB-RO)

Deputados

Eduardo Cunha (PMDB-RJ) – presidente da Câmara e ex-líder do PMDB na Câmara

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Afonso Hamm (PP-RS)

Aguinaldo Ribeiro (PP-PB)

Aníbal Gomes (PMDB-CE)

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Arthur Lira (PP-AL)

Dilceu Sperafico (PP-PR)

Eduardo da Fonte (PP-PE)

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Jerônimo Goergen (PP-RS)

José Mentor (PT-SP)

José Otávio Germano(PP-RS)

Lázaro Botelho (PP-TO)

Luís Carlos Heinze (PP-RS)

Luiz Fernando Faria (PP-MG)

Missionário José Olimpio (PP-SP)

Nelson Meurer (PP-PR) 

Renato Molling (PP-RS)

Roberto Balestra (PP-GO)

Roberto Britto (PP-BA)

Sandes Júnior (PP-GO)

Simão Sessim (PP-RJ) 

Vander Loubet (PT-MS) 

Waldir Maranhão PP-MA) 

Políticos sem mandato Mário Negromonte (PP-BA) – ex-ministro das Cidades, atual conselheiro do Tribunal de Contas dos Municípios da Bahia

Roseana Sarney (PMDB-MA) – ex-governadora do Maranhão e ex-senadora

Aline Corrêa (PP-SP) 

Carlos Magno (PP-RO)

Cândido Vaccareza (PT-SP)

João Pizzolatti – (PP-SC) 

José Linhares (PP-CE)

Luiz Argôlo (ex-PP, atual SD-BA)

Pedro Corrêa (PP-PE)

Pedro Henry (PP-MT)

Roberto Teixeira (PP-PE)

Vilson Covatti (PP-RS)


Arquivamentos

Além dos pedidos de abertura de inquérito, o Ministério Público Federal pediu o arquivamento em outros sete casos, entre os quais os dos senadores Aécio Neves (PSDB-MG), candidato derrotado à Presidência da República, e Delcídio Amaral (PT-MS); e dos ex-deputados Alexandre Santos (PMDB-RJ) e Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), ex-presidente da Câmara.

Outros três – os senadores Ciro Nogueira (PP-PI) e Romero Jucá (PMDB-RR) e o deputado e ex-ministro Aguinaldo Ribeiro (PP-PB) – tiveram parte das suspeitas arquivadas, mas serão alvos de inquérito em relação a outra parte.

Dilma e Palocci

A presidente Dilma Rousseff é citada em um depoimento de delação premiada, mas o procurador-geral informou que não tem competência legal para investigá-la. No caso do Antonio Palocci, o ministro decidiu, conforme o pedido da Procuradoria Geral, remeter o caso para a primeira instância da Justiça Federal no Paraná. Em depoimento em delação premiada do doleiro Alberto Youssef, Dilma é citado como suposta beneficiária de contribuições para a campanha eleitoral de 2010. O doleiro afirmou que Palocci teria pedido a ele recursos para a campanha.


Confira matéria completa AQUI

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Política

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV