Política

Mantega diz que agressões em hospital foram manifestações isoladas

Da Redação ·
Foto: arquivo
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SÃO PAULO, SP - O ex-ministro da Fazenda Guido Mantega, hostilizado na lanchonete do hospital Albert Einstein na última quinta-feira (19), afirmou nesta quarta (25) que as manifestações foram isoladas. 

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Mantega retirou-se do local após outros presentes gritarem que ele deveria ir "para o SUS" e "para Cuba". 

Em nota, o ex-ministro nega que tenha sido expulso do hospital. "O que houve foi uma agressão verbal de uma senhora visivelmente exaltada na cafeteria do Einstein, junto com manifestações isoladas de algumas pessoas que assistiam à cena", escreveu. 

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Ele também informa que ele e a mulher, Eliane, estavam no local para visitar um amigo. "Esta foi a primeira vez que me deparei com um episódio desse tipo. Reitero minha indignação com o fato, principalmente por ter ocorrido em um ambiente hospitalar", conclui.

Em nota, o hospital Albert Einstein afirmou que "recebe igualmente a todos, pacientes ou não". A instituição disse, ainda, que "rechaça qualquer atitude de intolerância e lamenta o fato ocorrido em seu ambiente". 

Mantega foi ministro da Fazenda entre 2006 e 2014 -o que ocupou o cargo por mais tempo na história democrática brasileira- durante os governos Luiz Inácio Lula da Silva (2003-2010) e Dilma Rousseff. O ex-ministro esteve à frente da Fazenda até o dia 1º de janeiro deste ano, quando foi substituído oficialmente por Joaquim Levy.