Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--
Política
publicidade
POLÍTICA

Família de Costa é incluída em delação premiada, diz advogada

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

Família de Costa é incluída em delação premiada, diz advogada
Autor Foto: Divulgação - Foto: Reprodução

A mulher, duas filhas e os genros do ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa foram incluídos no acordo de delação premiada para passar informações ao Ministério Público Federal (MPF) sobre o suposto esquema de desvio de dinheiro da estatal, apontado pela Operação Lava Jato, da Polícia Federal. Em caso de condenação, eles não devem ser presos.

A delação premiada segue o modelo da assinada por Paulo Roberto Costa. Todos terão que devolver valores obtidos de forma ilícita. Apenas Costa vai devolver, conforme acordado, mais de R$ 20 milhões de dólares depositados em uma conta na Suíça. Além disso, entregará, por exemplo, uma lancha e um terreno em Mangaratiba, no Rio de Janeiro - ambos avaliados em mais de R$ 1 milhão.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

Procurado pelo G1, o Ministério Público Federal afirmou que não se manifesta sobre nenhum processo de delação premiada.

“O acordo do Paulo Roberto foi um acordo principal e dele vieram os acordos acessórios que protegeram, então, os familiares dele. Eles já tinham sido denunciados pela ida ao escritório para a retirada dos documento. Então, já existia uma ação penal contra a família em andamento”, explicou a advogada Beatriz Cattapreta, que representa Costa e a família. A jurista disse ainda que visando proteger a família, Costa não viu alternativa senão a colaboração.

Os familiares de Costa também são alvo de investigações e respondem por diversos crimes. Entre eles, formação de organização criminosa e obstrução das investigações. Eles foram flagrados retirando documentos do escritório do ex-diretor da Petrobras, em uma tentativa de destruir provas, conforme as investigações.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Operação Lava Jato

O ex-diretor é um dos acusados na operação Lava Jato, que foi deflagrada no dia 17 de março deste ano em vários estados brasileiros e no Distrito Federal. Desde então, ele esteve detido na carceragem da Polícia Federal em Curitiba. Costa chegou a ser libertado no dia 19 de maio, mas foi preso novamente no dia 11 de junho, a pedido de Ministério Público Federal. Ele saiu da cadeia apenas após a assinatura da delação premiada. Ele saiu de Curitiba na quarta-feira (1º), seguindo para o Rio de Janeiro, onde cumprirá prisão domiciliar.

De acordo com as investigações, o esquema de lavagem de dinheiro e evasão de divisas que teria movimentado cerca de R$ 10 bilhões. A Polícia Federal afirma que a organização criminosa era liderada pelo doleiro Alberto Youssef, que também está detido na carceragem da Polícia Federal em Curitiba.

Delação Premiada

É um acordo firmado com o Ministério Público e a Polícia Federal pelo qual o réu ou suspeito de cometer crimes se compromete a colaborar com as investigações e denunciar os integrantes da organização criminosa em troca de benefícios, como redução da pena. Essa colaboração está prevista na lei 12.805, de 5 de agosto de 2013.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Política

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV