Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--
Política
publicidade
POLÍTICA

Dilma critica proposta de equipe de Marina, mas não descarta ajuste fiscal

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

Dilma critica proposta de equipe de Marina, mas não descarta ajuste fiscal
Autor A candidata à Presidência da República Dilma Rousseff durante caminhada em Feira de Santana. - Foto: Foto: Ichiro Guerra/ Dilma 13

FEIRA DE SANTANA, BA - A presidente Dilma Rousseff, candidata à reeleição pelo PT, deixou em aberto, ao rebater nesta quinta-feira (25) a afirmação de um assessor de Marina Silva (PSB), a possibilidade de realizar um ajuste fiscal na economia em um possível segundo mandato.

"Agora falaram um ajuste fiscal profundo. Ele não é necessário dessa forma como a candidata diz que fará", disse Dilma em entrevista, sem descartar a hipótese de correções no rumo da política fiscal.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

A presidente, que fez campanha em Feira de Santana (BA), havia sido questionada sobre declaração do economista Maurício Rands, da equipe de Marina.

Rands defendeu a necessidade de um "ajuste fiscal grande" a partir do próximo ano para garantir o controle da inflação. "O que a senhora acha desse tipo de perspectiva de futuro?", perguntou uma repórter à presidente, após citar a expressão de Rands.

Antes de ir ao ponto central da questão, Dilma fez críticas a Marina e admitiu que vem promovendo ataques ao programa do PSB, mas não à rival. E classificou o "modelo de política econômica" de sua ex-colega de Esplanada dos Ministérios como "extremamente conservador e neoliberal".

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

"O grande problema da candidata é que um dia eles dizem uma coisa, no outro dia outra. [...] Não só ela pretende atender prioritariamente aos bancos, como deixou claro no programa dela com a independência do Banco Central, [...] mas também ela tem uma política conservadora. Ela já falou em flexibilizar salários, aliás, direitos trabalhistas, em reduzir o papel dos bancos públicos", afirmou Dilma.

A candidata completou a introdução da resposta justificando a linha ofensiva de sua campanha. "Acontece que a gente responde a fala da candidata, depois, quando se responde, ela se vitimiza e diz que está sendo atacada. Eu não estou atacando a candidata, estou atacando e divirjo do programa da candidata", afirmou.

Em seguida, a presidente entrou no tema propriamente dito e justificou porque um ajuste fiscal tal como defendido por assessores de Marina não seria necessário. "Agora falaram um ajuste fiscal profundo. Ele não é necessário dessa forma como a candidata diz que fará. Porque o Brasil não esta desequilibrado, não tem crise cambial. O Brasil passa com o resto do mundo por um processo de crise que nos não combatemos igual a eles", disse.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A condução da economia sob Dilma tem sido alvo de objeções, entre outros pontos, pela política de maior intervenção em preços administrados, como o da gasolina e da energia elétrica. Críticos afirmam que essas ações podem agravar a inflação.

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Política

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV