Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--
Política
publicidade
POLÍTICA

Marina: nossa proposta (para meta de inflação) é 4,5%

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

Marina: nossa proposta (para meta de inflação) é 4,5%
Autor Marina: nossa proposta (para meta de inflação) é 4,5% - Foto: Agências - Foto:

A candidata à Presidência pelo PSB, Marina Silva, minimizou as diferentes posições colocadas por integrantes da campanha e por seu antecessor na cabeça de chapa, Eduardo Campos, com relação a propostas para a economia e, em especial, sobre a meta de inflação. "Quando Eduardo fez as afirmações (sobre metas de inflação) estávamos em debate", disse Marina em referência a falas de Campos, quando prometia reduzir o centro da meta de 4,5% para 3%.

Em relação à fala de Alexandre Rands, economista que colabora com a sua campanha, de elevar a meta de inflação num primeiro ano de governo para acomodar pressões da liberação de preços administrados, Marina repetiu que Rands deu sua posição pessoal e não a da campanha. "Nossa proposta é 4,5%", frisou.

Questionada como chegar a essa meta de inflação, Marina desconversou e disse que o primeiro passo é que os brasileiros escolham um presidente que recupere a credibilidade da economia brasileira. "A presidente Dilma se aventurou e hoje o País tem pouca credibilidade, com juros altos." Marina citou também a proposta de criar um conselho de responsabilidade fiscal, a ser estabelecido por lei e que seria um órgão com independência para fiscalizar os gastos do governo.

Marina criticou a gestão atual pela chamada contabilidade criativa, modelo em que o "céu é o limite", segundo a candidata. "Não vamos elevar o gasto público acima do crescimento (do PIB). Hoje o governo gasta de forma ineficiente", disse e reforçou seu discurso de que é possível ter responsabilidade fiscal e elevar os orçamentos da saúde e da educação, desde que haja boa gestão e prioridades definidas.

A candidata foi questionada ainda sobre os preços administrados. Como em outras ocasiões, não respondeu diretamente sobre qual seria a decisão de eventual governo seu, se de liberar o represamento de uma vez só ou de forma gradual. Marina repetiu que a presidente Dilma vai ter que resolver a questão ainda neste mandato. "Ela tem que resolver esse angu de caroço em que colocou o Brasil."

Bancos

Ela também disse que em eventual governo pretende manter o papel social dos bancos como Caixa, Banco do Brasil e BNDES, mas que não haverá mais o uso político dessas instituições. "O que enfraquece é o BNDES é dar dinheiro para meia dúzia de empresários, alguns deles falidos", disse em referência indireta ao empresário Eike Batista.

Marina repetiu acusações de aparelhamento do Estado pelo governo Dilma, que chegou a indicações para os bancos públicos. Ela reafirmou sua proposta de preencher as vagas de direção em tais bancos por critérios técnicos e através de um comitê de buscas.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Política

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV