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Não vamos aceitar regras do governo cubano, diz Aécio sobre Mais Médicos

Da Redação ·
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Não vamos aceitar regras do governo cubano, diz Aécio sobre Mais Médicos

SÃO PAULO, SP - Em sabatina realizada pela Folha de S.Paulo, pelo portal UOL, pelo SBT e pela rádio Jovem Pan, o senador mineiro Aécio Neves (PSDB) afirmou que não aceitará as regras do governo cubano para pagamento de profissionais do programa Mais Médicos, instituído pelo governo federal em 2013.

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Atualmente, as bolsas pagas aos médicos brasileiros e estrangeiros é de R$ 10 mil. Porém, diferentemente dos outros países, a remuneração dos profissionais cubanos é paga ao governo do país e apenas R$ 3.000 chegam ao bolso dos médicos.

O ex-governador de Minas Gerais (2003-2010) disse que esse acordo terá que ser refeito, mas não explicou como garantirá que o atual número de profissionais será mantido caso Cuba não aceite um novo acordo.

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Hoje, cerca de 80% dos médicos do programa federal no Brasil é proveniente de Cuba.

"Nós vamos manter os Mais Médicos, vamos fazer com que eles se qualifiquem e estabelecer novas regras para os médicos. Não vamos aceitar as regras do governo cubano", disse o senador no evento que aconteceu nesta quarta-feira (16) no Teatro Folha, em São Paulo.

O senador também afirmou que o atual governo "financia" Cuba com parte da remuneração dos médicos.

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Para o tucano, os profissionais estrangeiros devem ser qualificados no Brasil e passar pelo exame Revalida, que "nacionaliza" os diplomas.

Aécio também disse que a saúde não pode ser "circunscrita" ao programa Mais Médicos.

A política é uma das principais vitrines da gestão da presidente Dilma Rousseff (PT) para a eleição deste ano.