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Alckmin defende ação da PM na Vila Madalena e Praça Roosevelt

Da Redação ·
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Alckmin defende ação da PM na Vila Madalena e Praça Roosevelt

SÃO PAULO, SP - O governador Geraldo Alckmin (PSDB) afirmou nesta quarta-feira (2) que "é óbvio que a polícia tem que agir" na Vila Madalena, bairro boêmio da zona oeste de São Paulo.

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A Polícia Militar disparou uma bomba de efeito moral na madrugada desta quarta para dispersar torcedores brasileiros e estrangeiros --em sua maioria argentinos-- que celebravam a vitória do país sobre a Suíça pelas oitavas de final da Copa do Mundo.

"A população do bairro reclama que lá está tendo problema a madrugada inteira, a noite inteira", disse, após evento no Palácio dos Bandeirantes. Segundo ele, a PM "sempre procura evitar maior confronto em suas atuações", mas "aonde for necessário, ela estará presente".

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Alckmin não informou se havia um plano específico para a região em dias de jogos da Copa do Mundo.

Por volta da 1h50, cerca de 220 policiais e cem veículos --entre carros e motos da PM-- iniciaram uma operação de dispersão no acesso à rua Aspicuelta.

Com sete viaturas e motos, os policiais formaram um cordão de isolamento que foi abrindo espaço para a passagem de um caminhão de limpeza.

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Às 2h, outro grupo de viaturas veio atrás com sirenes ligadas. Acuados, torcedores disparam rojões. A PM respondeu com bomba de efeito moral.


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Alckmin também disse que a corregedoria da PM irá apurar a suposta agressão de advogados por policiais após manifestação na praça Roosevelt, nesta segunda (1º).

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"A polícia tem uma corregedoria que é bastante rigorosa e as ações policiais, na maioria desses casos, são filmadas", disse.

Os policiais militares lançaram bombas de gás lacrimogêneo e dispararam balas de borracha contra manifestantes que participavam do ato que reuniu cerca de 300 pessoas, segundo a PM.

Segundo o governador, "o que se viu nos últimos dias não são manifestações, mas atos de depredação, são crimes".