Política

Ducci vê Requião como "Fiel da Balança"

Da Redação ·
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fonte: Foto: Sérgio Tibi
Ducci vê Requião como "Fiel da Balança"

O ex-prefeito de Curitiba, Luciano Ducci (PSB), disse ontem, em Apucarana, que a eleição para o governo do Estado em outubro deste ano deverá dar a vitória para o atual governador Beto Richa (PSDB). Ele assinala, no entanto, que a hipótese de haver ou não dois turnos dependerá do que decidir a convenção estadual do PMDB.

De acordo com Ducci, se o ex-governador Roberto Requião (PMDB) entrar na disputa, é possível que haja segundo turno. Do contrário, Richa vence no primeiro turno. Em ambos os casos, ele confia na reeleição do governador. Ele não vê chances de a pré-candidata do PT, senadora Gleisi Hoffmann, vencer a eleição disputando sozinha com Beto Richa.

Pré-candidato a deputado federal, Ducci passou anteontem e ontem por Apucarana e diversos municípios do Vale do Ivaí. Ele visitou companheiros do PSB, com o objetivo de estruturar o partido na região e discutir as eleições deste ano em todos os níveis.

O Vale do Ivaí tem três prefeitos do PSB: Marlon Castro Pavesi Pini, de Marumbi; Adilson Lucchetti, de Borrazópolis, e Maurício Aparecido de Castro, de Bom Sucesso.

Como ex-prefeito de Curitiba, ex-vice-prefeito também na Capital na gestão de Beto Richa e ex-deputado estadual, Luciano Ducci diz que também está ajudando a fortalecer no Paraná e na região a pré-candidatura de Eduardo Campos (PSB) à presidência da República. Para ele, o governador de Pernambuco, que terá a ex-senadora Marina Silva (PSB) como vice, vai estar no segundo turno.

Segundo Ducci, Campos ainda é pouco conhecido da maioria dos brasileiros, mas durante o processo eleitoral isto vai acabar. “Assim que o povo brasileiro conhecer melhor Campos e suas propostas, a tendência será de crescimento de sua candidatura”, declarou.

Ducci considera que “o governo da presidente Dilma já deu o que tinha que dar e está saturado. Segundo ele, “este é um governo de escândalos e mais escândalos, de queda do Produto Interno Bruto e de prisão de mensaleiros, além de ter na base aliada velhos políticos, como José Sarney e outros. “Acho que este tipo de governo já se esgotou no País”, conclui.

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