Política

Pessuti determina estudo de viabilidade para a Univaí

Da Redação ·

A Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (Seti) terá um prazo de 20 dias para apresentar ao governador do Paraná, Orlando Pessuti (PMDB), um estudo de viabilidade para a transformação da Faculdade Estadual de Ciências Econômicas de Apucarana (Fecea) na Universidade Estadual do Vale do Ivaí (Univaí). A medida foi determinada ontem pelo governador, após reunião reservada em Curitiba com o prefeito de Apucarana, João Carlos de Oliveira (PMDB), o ex-prefeito Valter Pegorer (PMDB) e o secretário-chefe de gabinete do governo estadual, André Pegorer.

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João Carlos e Valter Pegorer foram a Curitiba para tratar da proposta de criação da Univaí em Apucarana com o governador. Juntamente com André Pegorer, eles almoçaram com Pessuti no Palácio das Araucárias e, na parte da tarde, conversaram sobre o projeto da universidade estadual em Apucarana com o secretário de Estado da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Nildo José Lübke.

Segundo Pegorer, atendendo determinação do governador, o secretário Nildo já imcumbiu aos técnicos da Seti a elaboração de um estuto técnico sobre a proposta da Univaí, levantando a viabilidade, custos, demanda regional, entre outros itens, que possam nortear, na sequência, uma decisão do governador Orlando Pessuti em relação à reivindicação regional.

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“Saí otimista da reunião com o governador e também com o secretário. Estamos dando passos maduros nesse projeto bastante sério, que é transformar a Fecea em uma universidade”, assinala o ex-prefeito de Apucarana. Pegorer afirma que o governador demonstrou uma “grande sensibilidade” pela proposta de Apucarana e, por isso, determinou, imediatamente, a realização de um estudo específico sobre a universidade.

“O projeto está sendo tratado com a seriedade que merece. Com os dados do estudo em mãos, o governador Pessuti dará o próximo passo. Ele tem um grande apreço por Apucarana e o Vale do Ivaí e, certamente, não se furtará em auxiliar a região no que for possível”, afirma Pegorer.