Aécio critica projeto do governo para medicina

BRASÍLIA, DF, 9 de julho (Folhapress) - O presidente do PSDB e potencial candidato do partido à Presidência, Aécio Neves (MG), criticou hoje o projeto do governo que amplia o curso de medicina no pais e cria exigência de que estudantes prestem serviço ao SUS como condição para obtenção do diploma.
Segundo ele, a regra deve se aplicar aos alunos de universidades públicas. Não ao aluno de faculdade particular.
Aécio apresentou ainda uma proposta de reforma política ao PSDB. Reunido com a executiva do partido, Aécio sugeriu cinco pontos. Entre eles, o fim do instituto da reeleição no país.
Pela proposta de Aécio, o mandato para cargos executivos no Brasil passa a ser de cinco anos, sem direito à reeleição. A nova regra só valeria a partir de 2018.
Além disso, Aécio propõe o voto distrital e a cláusula de barreira (que condiciona o funcionamento de um partido a sua amplitude). Outros dois pontos são mudanças de critérios para suplência no Senado e para fixação de tempo de TV para as disputas eleitorais.
Essa seria uma resposta do PSDB à proposta de plebiscito apresentada pela presidente Dilma Rousseff para a realização de uma reforma política no Brasil. A proposta de Aécio depende da aprovação da executiva do partido.
