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PGR quer acelerar investigação sobre Arruda

Da Redação ·
PGR quer acelerar investigação sobre Arruda
fonte: googleimagens.com
PGR quer acelerar investigação sobre Arruda

O Ministério Público Federal pediu ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) que determine o imediato depoimento do ex-governador do Distrito Federal (DF) José Roberto Arruda (sem partido) e do ex-secretário de Comunicação Wellington Moraes, presos por tentar subornar uma testemunha do suposto esquema de arrecadação e distribuição de propina desarticulado pela Polícia Federal na Operação Caixa de Pandora.

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Na petição encaminhada ao STJ, o procurador-geral da República, Roberto Gurgel, ressalta que há necessidade de acelerar as investigações do inquérito.

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“É preciso dar mais celeridade à investigação que se processa nestes autos, para evitar o desaparecimento de vestígios dos crimes, dar concretude à persecução penal dos responsáveis por infrações, evitando a prescrição; e para exonerar aqueles que não têm participação em empreitada criminosa investigada”, diz Gurgel na petição.

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No documento, que está nas mãos do ministro Fernando Gonçalves, relator do inquérito da Caixa de Pandora, o Ministério Público Federal pede para que sejam ouvidos em três dias, a partir da data da decisão do ministro, o ex-vice-governador Paulo Octávio, o conselheiro do Tribunal de Contas do DF Domingos Lamoglia, e os ex-secretários Roberto Giffoni e Durval Barbosa, este, delator do esquema de corrupção. Em dez dias, devem ser ouvidos todos os que aparecem nos vídeos recebendo dinheiro de Durval Barbosa

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Neste mesmo prazo, o Ministério Público quer que a Polícia Federal conclua a análise do material apreendido, incluindo o eletrônico, e dos dados que são objeto de quebra de sigilo, e as perícias em andamento. A PF também deverá juntar aos autos do inquérito os contratos de prestação de serviços firmados com o governo do Distrito Federal (GDF) citados por Durval Barbosa nas denúncias.

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Por fim, o Ministério Público defende que a Polícia Federal indique, em 15 dias, as diligências ainda necessárias para a investigação. "O exame de todos os documentos apreendidos e as perícias em curso hão de ser concluídos com brevidade. As diligências relativas à prova da materialidade dos crimes e de sua autoria não podem demorar, sob pena de comprometer o resultado da investigação", alerta Gurgel.