Política

Projeto de Lucimar combate ação de “flanelinhas”

Da Redação ·
Se depender da vereadora Lucimar Scarpelini (PP), a ação dos chamados “flanelinhas” em Apucarana está com os dias contados
fonte: Divulgação
Se depender da vereadora Lucimar Scarpelini (PP), a ação dos chamados “flanelinhas” em Apucarana está com os dias contados

Se depender da vereadora Lucimar Scarpelini (PP), a ação dos chamados “flanelinhas” em Apucarana está com os dias contados. A vereadora anunciou, na sessão ordinária da Câmara, nesta segunda-feira (17), que está entrando com projeto de lei que cria os instrumentos para que a administração municipal, auxiliada pelos órgãos de segurança, combata esse tipo de prática. A vereadora também adiantou que decidiu pela apresentação do projeto atendendo a pedidos de representantes  de vários segmentos.

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“Antigamente, o guardador de veículos, ou ‘flanelinha’, como se diz popularmente, era um menor de idade, que vinha e pedia uma moeda, chamando a pessoa abordada de tio ou tia. Nos últimos anos, porém, o perfil dessas pessoas mudou muito. Hoje há nesse grupo muitos drogados, alcoólatras e moradores de rua, que deixam as pessoas acuadas até pela forma agressiva de abordagem”, justifica Lucimar.

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A vereadora cita o relato de pessoas que tiveram os veículos danificados ou foram ofendidas quando se recusaram a atender à cobrança feita por flanelinhas. “É evidente que isso se tornou uma prática preocupante e que precisa de uma resposta por parte do poder público”, acrescenta Lucimar. Na opinião da vereadora, com o projeto aprovado a administração vai poder solicitar à secretaria competente, auxiliada pela Guarda Municipal ou em parceria com a própria Polícia Militar, que inicie uma ampla ação visando acabar com a atividade dos flanelinhas.

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“A administração que encaminhe essas pessoas aos programas sociais, a cursos profissionalizantes e demais serviços públicos necessários para que elas tenham outras alternativas de renda além dessa atitude que vem gerando cada vez mais constrangimento entre as pessoas”, finaliza Lucimar Scarpelini.