Política

Líderes do PSD comemoram voto de relatora a favor da legenda

Da Redação ·
Líderes do PSD, partido fundado pelo prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, comemoraram o voto favorável à criação do partido dado na noite desta quinta (22) pela relatora do processo, ministra Nancy Andrighi, em julgamento no Tribunal Superior Eleitoral (TSE)
fonte: Arquivo
Líderes do PSD, partido fundado pelo prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, comemoraram o voto favorável à criação do partido dado na noite desta quinta (22) pela relatora do processo, ministra Nancy Andrighi, em julgamento no Tribunal Superior Eleitoral (TSE)

O julgamento foi interrompido e adiado devido ao pedido de vista de um dos ministros. Mas, antes, a relatora julgou improcedentes os pedidos do DEM e do que tentavam inviabilizar a criação do partido e votou favoravelmente à formação da legenda.

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O PSD precisa obter o registro nacional até o próximo dia 7 para ter condições de disputar as eleições municipais de 2012. Quem quiser disputar a eleição, precisa ter pelo menos um ano de filiação a uma legenda.

"Mais um avanço na formação do PSD", escreveu o prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, no microblog Twitter, comemorando o voto da ministra. Para fundar a nova legenda, o prefeito deixou o DEM, que deverá ser um dos mais afetados pela migração de quadros para a nova sigla.

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O ex-deputado Índio da Costa, candidato derrotado a vice-presidente na chapa de José Serra (PSDB) no ano passado, que também deve migrar do DEM para o novo partido, afirmou no Twitter: "Vamos em frente! Nosso Brasil precisa e merece o PSD".

Segundo informações do PSD, a legenda nasceria com 49 deputados, dois senadores, dois governadores e cinco vice-governadores, entre eles o de São Paulo, Guilherme Afif Domingos.

A expectativa de membros da nova legenda é que, com a concessão do registro pelo TSE, o PSD atraia novos quadros, especialmente parlamentares.

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Kassab já disse que o PSD terá comporamento "independente", "nem de esquerda nem de direita" e que poderá votar no Congresso a favor de projetos do governo que sejam "de interesse do país".