Paraná

Resolução prevê afastamento remunerado de professores que fazem parte grupo de risco

Da Redação ·
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fonte: Divulgação/Seed
Resolução prevê afastamento remunerado de professores que fazem parte grupo de risco

Uma resolução da Secretaria Estadual de Educação (Seed) do Paraná, publicada na sexta-feira (29), prevê que professores que fazem parte do grupo de risco da Covid-19 sejam afastados das atividades ao longo do ano letivo de 2021.

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As aulas estão previstas para começarem no dia 18 de fevereiro em um modelo híbrido, com parte das atividades pela internet e outra parte presencial.

De acordo com um decreto estadual de março de 2020, os profissionais afastados nestas condições continuam recebendo salários. A resolução vale enquanto durar a pandemia, segundo a secretaria.

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Fazem parte do grupo de risco:

Idade igual ou superior a 60 anos

Gestantes em qualquer idade gestacional

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·Lactantes com filhos de até 06 meses de idade

Servidores com cardiopatias graves ou descompensadas (insuficiência cardíaca, infartados, revascularizados, portadores de arritmias, hipertensão arterial sistêmica descompensada)

Servidores com pneumopatias graves ou descompensadas (portadores de Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica – DPOC ou asma moderada/grave)

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imunodeprimidos

 doentes renais crônicos em estágio avançado (graus 3, 4 e 5),

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 servidores com doença hepática em estágio avançado

servidores diabéticos conforme juízo clínico

servidores com obesidade (IMC acima de 40)

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A solicitação deve ser feita pelo próprio professor.

·De acordo com a resolução, os servidores que forem afastados devem cumprir isolamento. Quem não cumprir, pode sofrer processo administrativo disciplinar.

 As medidas são as mesmas para servidores de serviços gerais.

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 Para os funcionários administrativos, os servidores do grupo de risco vão continuar com atividades de teletrabalho.    

Retorno híbrido

O início do ano letivo está previsto para o dia 18 de fevereiro, em um sistema híbrido.

O modelo prevê que parte dos alunos assistam às aulas de forma presencial nas escolas, enquanto o restante dos estudantes acompanhe, simultaneamente, a mesma aula de maneira remota.

A intenção é que haja um revezamento semanal entre os estudantes dentro do próprio sistema.

A ocupação máxima de cada sala deverá ser calculada de acordo com o espaço, respeitando distanciamento mínimo de 1,5 metro entre os estudantes.

A prioridade para acompanhar as aulas de forma presencial será dos alunos que não têm acesso à tecnologia em casa, como um computador ou aparelho de telefone celular. O restante deverá seguir revezamento.

Com informações: G1

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