Paraná

PF de Londrina deflagra operação de combate ao contrabando de cigarros

A Operação Parasitas tem com a finalidade de combater um grupo criminoso que atua no contrabando de cigarros e lavagem de dinheiro; veja

Da Redação ·
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A Polícia Federal deflagrou nesta terça-feira (05/07) a Operação Parasitas, com a finalidade de combater um grupo criminoso que atua no contrabando de cigarros e lavagem de dinheiro
fonte: Polícia Federal
A Polícia Federal deflagrou nesta terça-feira (05/07) a Operação Parasitas, com a finalidade de combater um grupo criminoso que atua no contrabando de cigarros e lavagem de dinheiro

A Polícia Federal (PF) deflagrou nesta terça-feira (05/07) a Operação Parasitas, com a finalidade de combater um grupo criminoso que atua no contrabando de cigarros e lavagem de dinheiro na região de Londrina, no norte do Paraná. 

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O objetivo da ação foi dar cumprimento a vinte mandados de busca e apreensão, sendo dezessete na região de Londrina, um em Maringá/PR, um em Guaíra/PR e um em Agudos/SP, bem como a três mandados de prisão expedidos contra os líderes do grupo.

Conforme a PF, durante as buscas, foram apreendidos documentos e outros materiais relacionados com a prática criminosa, bem como veículos adquiridos com o dinheiro proveniente do crime. Além disso, houve o bloqueio judicial de bens móveis e imóveis e de recursos financeiros mantidos nas contas dos investigados até o limite de quinze milhões de reais.

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O modus operandi do grupo criminoso consistia na utilização de dados de pessoas físicas (“laranjas”) e jurídicas (“empresas de fachada”) para a movimentação financeira e registro de bens adquiridos com o produto da importação clandestina de cigarros de origem estrangeira. Durante as investigações, apurou-se que integrantes do grupo foram presos diversas vezes transportando cigarros paraguaios.

O contrabando de cigarros, além de causar danos ao Erário, também é gerador de uma série de consequências nocivas à sociedade, com reflexos diretos e graves na saúde pública. Por essa razão, a operação policial foi denominada “Parasitas”. Somadas, as penas previstas para os delitos de contrabando, associação criminosa e lavagem de dinheiro podem chegar a dezoito anos de reclusão. Veja:  null - Vídeo por: Reprodução   


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