Paraná

Operador de máquina morre soterrado pelo lixo em aterro sanitário

Acidente ocorreu em Fazenda Rio Grande, no aterro sanitário que recebe o lixo da capital. Um deslizamento levou uma pilha de lixo sobre o trabalhador

Da Redação ·
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Trecho do aterro onde ocorreu o deslocamento do talude, soterrando o trabalhador
fonte: Reprodução RicMais
Trecho do aterro onde ocorreu o deslocamento do talude, soterrando o trabalhador

Um trabalhador morreu quando foi soterrado por uma montanha de lixo, no aterro sanitário que recebe o lixo orgânico da capital, em Fazenda Rio Grande. O acidente ocorreu na tarde deste sábado (25) e no final da manhã deste domingo (26), equipes do Corpo de Bombeiros tentavam localizar o corpo do trabalhador e a máquina que ele operava no local.

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O homem trabalhava para uma empresa terceirizada, que administra o aterro sanitário. O deslizamento de um talude fez com que uma camada de 50 metros de lixo soterrasse o operário, que fazia a compactação do lixo, usando uma retroescavadeira.

O acidente mobilizou o Corpo de Bombeiros e da empresa, nas buscas pelo operário, um trabalho considerado delicado por conta do acúmulo de chorume – aquele líquido que escorre do lixo – e de gases decorrentes da decomposição de resíduos orgânicos.

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A empresa responsável pela gestão do aterro e empregadora do operário morto, emitiu uma nota oficial para dizer que dava apoio às autoridades. “A Estre lamenta informar que houve, no final da tarde de ontem (25), um descolamento de talude em seu aterro sanitário, no município de Fazenda Rio Grande (PR). A empresa acionou, de imediato, o corpo de bombeiros e as demais autoridades responsáveis que se deslocaram para atendimento à ocorrência. A prioridade total neste momento está em apoiar as autoridades na busca a um colaborador terceirizado desaparecido que trabalhava na unidade, bem como dar assistência a seus familiares. Desde o ocorrido, a Estre está colaborando de forma irrestrita com as autoridades competentes, que continuam no local, para apurar e entender as causas e impactos da ocorrência.”

Com informações RicMais

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