Homem é suspeito de se unir a amigo e parente para espancar e tentar afogar ex-companheira no PR
Os suspeitos perseguiram a vítima, de 38 anos, a colocaram em um barco e a agrediram antes de jogá-la na água; caso ocorreu em em Antônio Olinto
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Um homem de 47 anos e dois comparsas foram presos em Antônio Olinto, no sul do Paraná, suspeitos de tentativa de feminicídio contra uma mulher de 38 anos. Inconformado com o fim do relacionamento, que havia terminado cerca de 20 dias antes, o ex-companheiro contou com a ajuda de um parente de 26 anos e de um amigo de 32 para perseguir, espancar e jogar a vítima em um rio. O crime ocorreu no dia 17 de fevereiro, mas os detalhes do caso e a prisão do último suspeito foram divulgados pela Polícia Civil apenas nesta terça-feira (24).
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Segundo as investigações, o trio perseguiu a mulher na rua, a forçou a entrar em um carro e a agrediu violentamente. Em seguida, os homens a levaram até um rio da região e a colocaram em um bote. No local, a vítima voltou a ser espancada, desta vez com o uso de um remo de madeira, antes de ser atirada na água. De acordo com a Polícia Civil, os agressores sabiam que a mulher não sabia nadar e acreditavam que ela não sobreviveria. Apesar dos ferimentos, a vítima conseguiu alcançar a margem do rio e pedir socorro.
A resposta policial resultou na prisão dos três envolvidos. O ex-companheiro e um dos ajudantes foram detidos em flagrante logo após o crime. O terceiro suspeito, no entanto, foi capturado apenas na última sexta-feira (20), após a Justiça expedir um mandado de prisão preventiva solicitado pela Polícia Civil. O trio, que não teve as identidades reveladas, permanece detido e foi indiciado por tentativa de feminicídio, com as qualificadoras de uso de recurso que dificultou a defesa da vítima e emprego de meio cruel.
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Durante os depoimentos, os suspeitos tentaram se eximir da culpa, mas as versões foram derrubadas pelas autoridades. O ex-companheiro e o suspeito preso em flagrante negaram qualquer participação ou conhecimento do ataque. Já o terceiro homem admitiu ter presenciado o crime, mas alegou ter sido coagido a acompanhar a ação, afirmando que sua única função foi iluminar o local com uma lanterna quando chegaram ao rio. A Polícia Civil informou que a narrativa foi totalmente desmentida tanto pelo avanço das investigações quanto pelo relato detalhado da vítima sobrevivente.
As informações são do G1.
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