Paraná

Filipe Barros defende que pré-candidatura é para valer; veja

O deputado é o segundo pré-candidato entrevistado pelo TNOnline; assista

Da Redação ·
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fonte: TNOnline

Mesmo tendo uma trajetória política menos encorpada em relação aos demais pré-candidatos ao governo do Paraná, o deputado federal londrinense Filipe Barros Baptista de Toledo Ribeiro (PL) se diz “absolutamente pronto e disposto” ao desafio de governar o Paraná. Para ele, é preciso capacidade de andar pelo estado e dialogar com a população para construir as prioridades de governo. “Justamente o que, infelizmente, não temos visto”. O deputado é o segundo pré-candidato entrevistado pelo TNOnline.

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“Precisamos de liderança que de fato goste do que faz, que tenha amor pela população, pela missão de representar o Paraná. Tenho feito visitas e conversado com muita gente para ajustar um projeto. O Paraná merece mais do que temos hoje, realizar mais, para fazer o Paraná que queremos”, resume.

Filipe Barros concedeu a entrevista ao Grupo Tribuna ainda quando estava filiado a PSL, migrando posteriormente para o PL, seguindo o presidente Jair Bolsonaro. O deputado garante que sua pré-candidatura ao governo do Estado vai muito além do que dizem os críticos, de que seria apenas uma forma de assegurar um palanque para o presidente Jair Bolsonaro em sua campanha pela reeleição. “Minha pré-candidatura é para valer”, diz ele. 

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Defensor da ideia de estado mínimo, o deputado explica que para ele, esse conceito se materializa no limite de um estado necessário, “capaz de compreender e fazer o que é necessário para a população”. Daí, diz, a importância de o gestor “não ter preguiça” de percorrer o estado constantemente para perceber as prioridades em cada região. “Se o gestor entendesse essas prioridades, não estaríamos enfrentando esse problema na segurança pública, com nossos policiais sem reajuste, sem diálogo com o Estado, diálogo que não falta também com professores. E por falta de diálogo, as prioridades foram deixadas de lado”, analisa.

Filipe Barros diz que o Paraná não tem problemas de falta de receita. “A arrecadação no Paraná tem aumentado. O Governo Federal tem investido aqui, mandando milhões e milhões, A Itaipu faz obras e mais obras, desonerando cofres públicos do estado”, contextualiza.

Tendo a segurança como prioridade, Filipe Barros afirma que não é possível discutir melhorias na área sem conhecer e priorizar investimentos em tecnologias para o setor. “Temos déficits de pessoal na área militar e civil. Mas temos muitos países se valendo cada vez mais de tecnologias para monitoramento e identificação de veículos e de pessoas com pendências com a justiça”. Para ele, é possível transformar o Paraná, “que já é referência na área de tecnologia da informação em referência de TI para a segurança pública”.  

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PEDÁGIO

Para Filipe Barros, o assunto pedágio já é um trauma no Paraná. “Porque sempre fomos ludibriados pelos governadores. Requião dizia numa campanha que abaixa ou acaba. Nem abaixou, nem acabou. Ao contrário, aumentou. Fomos enganados. Por isso, o tema é tão delicado e traumático”.

Filipe Barros afirma que o atual governo do estado teria perdido prazos intencionalmente, “para que cancelas fossem elevadas em ano eleitoral, num populismo eleitoral”. “Temos hoje rodovias esburacadas, sem assistência de ambulâncias e atendimento médica necessários, reboque. O trânsito sem controle, graças a essa medida populista eleitoral de levantar cancelas”. 

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“Não é isso que queremos”, afirma o pré-candidato, explicando que o que se espera é que pedágio seja barato e que as obras previstas nos editais sem executadas. “Não queremos mais enrolação, como a que tivemos nos últimos 25 anos”. 

Diante do crescimento da informalidade, por conta da conjuntura econômica decorrente da pandemia, Filipe Barros afirma que um dos caminhos prioritários é investir na desburocratização do sistema, de forma a facilitar que os informais migrem para a legalidade, ao encontrar condições de estimulo para a geração de emprego e renda. “O papel do estado no fomento da economia é não atrapalhar aqueles que querem empreender, que querem realizar sonhos, via negócios próprios”, avalia.  Para ele, há excesso de burocracia. “E excesso significa aumento da corrupção”.  ASSISTA A ENTREVISTA:   null - Vídeo por: Reprodução