Fiep direciona auxílio aos desabrigados do RS; saiba como ajudar
Apucarana, Arapongas e outros dez municípios estão recebendo donativos na 'Casa da Indústria' das respectivas cidades
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Se alguém quer ajudar com dinheiro as vítimas dos temporais do Rio Grande do Sul; prefere colaborar com donativos ou é voluntário para cooperar presencialmente, a Fiep (Federação das Indústrias do Estado do Paraná) criou um ambiente específico no seu site.
O portal, conectado ao site da Fiergs (Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul) disponibiliza informações confiáveis e seguras, principalmente diante de tentativas de golpe que se multiplicam neste momento de fragilidade. Basta clicar nos ícones disponíveis e escolher a melhor forma de ajudar.
Mobilização do Sistema
A ação faz parte da campanha “De mãos dadas com o Rio Grande do Sul”, fortalecida pelo Sistema Fiep, e tem objetivo de auxiliar as famílias prejudicadas com a série de fenômenos climáticos que provocou e continua provocando severos danos ao Estado Gaúcho.
O site identifica os pontos de recolhimento de donativos nas 12 Casas da Indústria espalhadas pelo Paraná, bem como a chave PIX responsável pela arrecadação financeira, o e-mail financeiro@bancossociais.org.br e outras informações.
Doe de todo o Paraná
São 12 Casas da Indústria do estado aptas a receber donativos como roupas, alimentos não perecíveis, produtos de higiene pessoal e limpeza. Dá para entregar as doações nos municípios de Apucarana, Arapongas, Cascavel, Curitiba, Londrina, Francisco Beltrão, Irati, Pato Branco, Ponta Grossa, Guarapuava, Maringá e Rio Negro.
A Fiep também está orientando sindicatos associados e indústrias a colaborar na ação, além de estabelecer contato com o Sesi do Rio Grande do Sul para apoiar as vítimas. A unidade gaúcha está solicitando o apoio de voluntários de apoio e profissionais de saúde.
O diretor da Fiep, Fernando Mizote, destaca a importância de manter o apoio mesmo após o término da cobertura midiática.
“Mais do que uma simples ajuda, essa campanha pretende estender as mãos à comunidade gaúcha em um momento de fragilidade e necessidade. A solidariedade é essencial não apenas durante a tragédia, mas também no período pós-tragédia, quando as famílias afetadas precisam reconstruir suas vidas”, destaca Mizote.
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