Paraná

Com alta nos casos, região terá 49 novos leitos para Covid

Paraná reativou mais de mil leitos de enfermaria e 641 de UTI.

Da Redação ·
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O governo do Estado reativou 49 leitos para tratamento da Covid-19 e H3N2 nos hospitais de Apucarana e Arapongas, pela 16ª regional de Saúde.  São 34 enfermarias, sendo 14 delas no Hospital da Providência em Apucarana e 20 no Honpar em Arapongas e 15 UTIs, toda no Honpar.

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Entre quinta-feira (27) e sexta-feira (28), mais 162 leitos exclusivos para tratamento da Covid-19 e H3N2 foram reativados nos hospitais do Estado, sendo 130 leitos enfermaria e 32 Unidades de Terapia Intensiva (UTI). Há uma semana os leitos começaram a ser disponibilizados para atendimento preferencial às doenças, e desde então, já somam 641 UTIs e 1.078 enfermarias.

Além de Apucarana e Arapongas, a ampliação dos leitos aconteceu nos municípios de Ponta Grossa (10 enfermarias), Curitiba (25 enfermarias e cinco UTIs), Irati (oito UTIs), Jesuítas (12 enfermarias), Assis Chateaubriand (quatro UTIs), Paranavaí (12 enfermarias), Sarandi (23 enfermarias), Cambé (10 enfermarias) e Chopinzinho (quatro enfermarias).

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O secretário de Estado da Saúde, Beto Preto, disse que, se houver necessidade, outros serão abertos. “Peço a ajuda da população para tentarmos interromper esse novo ciclo de transmissão do vírus, mantendo o distanciamento social, e os cuidados não farmacológicos, como o uso do álcool em gel e a lavagem frequente das mãos e a utilização de máscaras”, disse.

Diariamente, a Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) atualiza os dados da ocupação de leitos hospitalares do Sistema Único de Saúde (SUS), assim como a evolução em números dos casos confirmados no Paraná. As informações estão disponíveis no boletim diário.

“Sempre faremos todo ajuste possível nos leitos preferenciais para garantir atendimento rápido aos pacientes da Covid-19 que necessitarem internamento, na busca da melhor segurança para a população. Porém, a Covid-19 não é a única doença que necessita atendimento, e é importante salientar que quanto mais cedo reduzirmos a contaminação da doença, mais cedo o atendimento geral poderá voltar a ser ampliado, incluindo as cirurgias eletivas”, complementou o diretor de Gestão em Saúde, Vinícius Augusto Filipak.