Paraná

Apucarana e Arapongas geraram 709 empregos em março

Da Redação ·
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fonte: AEN
Apucarana e Arapongas geraram 709 empregos em março

O Paraná fechou o primeiro trimestre entre os cinco estados que mais abriram vagas formais em 2021, respondendo por 9% de toda a geração de empregos com carteira assinada no País. Foram criados 78.484 postos no período, já considerando os ajustes técnicos realizados pelo Ministério da Economia – 25.351 em janeiro, 41.626 em fevereiro e 11.507 em março. Os números do mês passado foram divulgados nesta quarta-feira (28) pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged).

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Apenas São Paulo (253.460), Minas Gerais (108.109) e Santa Catarina (87.127) tiveram desempenho superior no recorte de 90 dias. Apucarana e Arapongas aparecem entre os 15 municípios que mais geraram empregos. 

MUNICÍPIOS – Segundo o Caged, os 15 municípios que mais geraram empregos em março foram: Cascavel (598), Londrina (567), Toledo (526), Cambé (491), Apucarana (403), Araucária (341), Pato Branco (315), Ibiporã (313), Arapongas (306), Paraíso do Norte (279), São Mateus do Sul (253), Rolândia e Umuarama (245), Palotina (226) e São José dos Pinhais (202). Os resultados também foram expressivos em Medianeira (199), Palmas (166), Ortigueira (164) e União da Vitória (162).

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Já Curitiba, líder em fevereiro com mais de 13 mil contratações de saldo, caminhou na contramão, com o fechamento de 104 vagas no mês passado.

“Este resultado mantém a boa perspectiva do Governo no cenário da recuperação de empregos. É o esforço coletivo de toda a equipe para incentivar a abertura de novas vagas junto as empresas parcerias, o que se torna efeito da política ativa de estímulos adotada em nossa gestão”, disse o secretário estadual da Justiça, Família e Trabalho, Ney Leprevost.

“O Paraná mostra mais uma vez a rápida capacidade de recuperação da economia. São três resultados positivos em sequência no ano, com a contratação de quase 80 mil pessoas. O desempenho consolida o Estado como um dos protagonistas na retomada do crescimento do País”, afirmou o governador Carlos Massa Ratinho Junior. “O empenho de todos no Governo está voltado para a geração de emprego e renda para os paranaenses. Essa é a melhor política social que existe”.

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O governador lembrou ainda que o Paraná apresentou mais admissões em nove dos últimos doze meses e que os dados consolidados de março apontam para o sucesso das políticas públicas adotadas pelo Estado, como o fortalecimento das Agências do Trabalhador (agora com oferta de crédito), a modernização da Junta Comercial e a retomada de programas que fizeram sucesso no ano passado, como o Feito no Paraná e o Compra Direta.

“Tivemos mais de 11 mil carteiras assinadas no mês de maior impacto das medidas restritivas por causa da Covid-19. Esse conjunto de informações mostra que estamos no caminho certo”, comentou o governador. "A expectiativa é que os pacotes econômico e social e os investimentos públicos auxiliem o Estado a crescer ainda mais nos próximos meses".

O resultado de março, segundo o Caged, é reflexo de 126.517 contratações e 115.010 desligamentos. Representa um aumento expressivo em relação ao mesmo mês do ano passado, quando os primeiros casos de coronavírus foram anunciados no Paraná – foram fechadas 25.351 vagas formais naquele mês de 2020. Sozinho, o Estado gerou mais empregos em março do que duas regiões brasileiras: Norte (8.944) e Nordeste (4.790).

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As vagas abertas neste ano dão continuidade ao desempenho positivo conquistado ao longo de 2020. O Paraná abriu 52.670 vagas de emprego no ano passado, mesmo em um ano marcado pela crise econômica decorrente do coronavírus. Foi o segundo melhor resultado do País, com apenas 380 contratações a menos do que Santa Catarina. O Estado foi responsável por 36,9% do resultado nacional em 2020, de 142.690 novas vagas.

SETORES – Os setores que mais se destacaram em março no Paraná foram o da Indústria Geral (5.572 postos), com maior participação da Indústria de Transformação (5.414), Comércio (2.068), Construção (1.884), Agricultura (1.319) e Serviços (664).

“A Indústria da Transformação foi muito bem novamente, o que alavanca outros setores da economia. O comércio, mesmo sofrendo com as restrições em virtude da pandemia, vem se adaptando para manter a geração de emprego”, disse Suelen Glinski, chefe do Departamento do Trabalho e Estímulo à Geração de Renda da Secretaria de Estado da Justiça, Família e Trabalho.

NACIONAL – O Brasil gerou 184.140 empregos em março. De acordo com o Caged, foram contratados 1.608.007 trabalhadores formais e demitidos 1.423.867. No acumulado do ano, foi registrado saldo de 837.074 postos, decorrente de 4.940.568 contratações e de 4.103.494 demissões. 

Os setores que mais se destacaram no mês foram Serviços (95.553), Indústria (42.150), Construção (25.020), Comércio, Reparação de Veículos Automotores e Motocicletas (17.986) e Agricultura, Pecuária, Produção Florestal, Pesca e Aquicultura (3.535). 

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