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Paraná recebe curso nacional de radioterapia

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A Escola de Saúde Pública do Paraná, da Secretaria de Estado da Saúde, abriu nesta terça-feira (3) a aula inaugural da Especialização Técnica de Nível Médio em Radioterapia. Com participantes de nove estados, incluindo o Paraná, o curso tem ênfase em Aceleradores Lineares – equipamentos que serão distribuídos por todo o país pelo Ministério da Saúde para ampliação e criação de serviços do SUS a pacientes com câncer.

Serão 80 Aceleradores distribuídos no país. O Paraná receberá sete aparelhos para as instituições: Hospital Angelina Caron, Santa Casa de Campo Mourão, Hospital Erasto Gaertner, Instituto de Câncer de Londrina, Hospital Regional João de Freitas, Hospital Evangélico de Curitiba e Hospital de Caridade São Vicente de Paulo.

“São equipamentos de última geração, mas não basta tê-los. É necessário pensar em quem vai operá-los. E, por força da lei, esses profissionais devem passar por uma especialização técnica que vai prepará-los para manusear tudo adequadamente e com segurança”, disse Aldiney Doreto, que representou a diretoria da Escola.

Dentre os alunos, está Maria Aparecida da Silva, do Hospital Erasto Gaertner. Técnica em Radiologia, ela será uma das responsáveis pelo Acelerador que a instituição vai receber. “Agora vou voltar à sala de aula para me especializar em uma área que eu sempre gostei e pretendo continuar trabalhando, do cuidado com pacientes com câncer”, afirmou.

CURSO – Além de Curitiba, o curso já ocorreu em São Paulo e em Salvador. A carga horária é de 900 horas com seis meses de aulas presenciais, a distância, avaliações, estágio e trabalho de conclusão. Nesta edição participam 34 alunos de 13 hospitais do Brasil, indicados pelo próprio serviço, sendo cinco técnicos ou tecnólogos em radiologia do Paraná.

De acordo com o coordenador do curso, Alexandre Moreno, o objetivo é capacitar 160 pessoas no Brasil até fevereiro de 2019. “A Radioterapia é uma área muito sensível, muito perigosa e necessita de muito conhecimento, pois não tem margem de erro. Surge assim a necessidade de uma especialização de muita qualidade, como a que estamos promovendo”, diz.

Além da parte técnica, a matéria de humanização também está na grade. “Esses profissionais vão lidar com pacientes com câncer que recebem recomendação de tratamento radioterápico e toda a questão do cuidado e do carinho com esse paciente também será abordado”, acrescenta Moreno.

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