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Preso do Paraná poderá ser obrigado a pagar pelo uso da tornozeleira

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Mais de 5,6 mil presos do estado usam equipamento
Mais de 5,6 mil presos do estado usam equipamento

Os presos do Paraná poderão ter que pagar pelo uso da tornozeleira eletrônica – equipamento que monitora em tempo real a localização dos detentos. O projeto de lei do deputado Marcio Pacheco (PPL) que prevê ao preso pagar pelo próprio equipamento vai entrar em pauta para a votação na sessão desta terça-feira (24), na Assembleia Legislativa do Paraná. Pelo projeto, o apenado sem condição financeira fica isento. 

Segundo o deputado, nos últimos dois anos, o número de detentos que usam a tornozeleira
eletrônica mais que dobrou no Paraná – no início de 2016 eram cerca de 2 mil e hoje são 5.600 mil indivíduos, segundo o Depen. Atualmente, o preso custa cerca de R$ 3,2 mil por mês ao Paraná. Desse total, R$ 241,00 são destinados para a manutenção da tornozeleira.

Com o projeto, sustenta o deputado, a economia ao Estado pode chegar aos R$ 3 milhões ao ano
ou R$ 12 milhões em quatro anos. Além da economia, a proposta resultaria na diminuição da população carcerária, que gira hoje em torno de 19 mil pessoas distribuídas em 33 presídios paranaenses. Caso seja aprovado, o Paraná se junta ao Rio de Janeiro e Mato Grosso do Sul que já têm
leis semelhantes, segundo afirma a assessoria do deputado.

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