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    Presos fazem rebelião com reféns em Londrina e ateiam fogo em penitenciária

    Detentos durante rebelião em penitenciária do Paraná: sistema prisional em colapso - Foto: Roberto Custódio/arquivo
    Foto por Reprodução
    Escrito por Folha Press
    Publicado em 06.10.2015, 22:30:00 Editado em 27.04.2020, 19:56:02
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    ATUALIZADA ÀS 22h30PAULA SPERB/DA REDAÇÃO
    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Detentos da Penitenciária Estadual de Londrina, no interior do Paraná, fazem rebelião desde a manhã desta terça-feira (6). Alguns presos foram feitos reféns - por meio de uma análise preliminar das imagens do local, o Depen (Departamento de Execução Penal do Paraná) estima que cinco pessoas sejam mantidas no telhado pelos criminosos.  Na noite desta terça- feira  presos colocaram fogo no local.

    A Unidade 2 da penitenciária tem capacidade para cerca de 1.100 presos, distribuídos em 30 galerias. O Depen informou que o número de detidos está um "pouco acima da capacidade" do local, mas não falou em números.

    O departamento ainda não tem informações sobre as motivações da rebelião. A Secretaria de Segurança Pública do Paraná não se manifestou a respeito.

    O motim começou por volta de 11h40, e todos funcionários que trabalhavam no local conseguiram sair sem ferimentos. Nenhum deles foi feito refém.

    Os presos aparecem em imagens com os rostos cobertos e falando em celulares em cima do telhado e nos muros da unidade. O Batalhão de Choque da Polícia Militar cercou o local.

    Autoridades tentam negociar com os presos o fim da rebelião. No local estão o diretor do Depen, Luiz Alberto Cartaxo Moura, e o juiz da Vara de Execuções Penais, Katsujo Nakadomari.

    REBELIÕES NO ESTADO
    Em 2014, ocorreram mais de 20 rebeliões no Paraná. Na mais grave delas, na cidade de Cascavel, no oeste do Estado, em agosto, cinco presos foram mortos, dois deles decapitados.

    Em outubro passado, na cidade de Maringá, no norte do Estado, uma rebelião durou 17 horas. No mesmo município, em dezembro de 2014, outra rebelião durou 48 horas e acabou com três feridos.

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