Londrina

​Mulher é brutalmente espancada por grupo de homens em Londrina

Da Redação ·
O homem de camisa amarela é um dos mais violentos na série de agressões (Crédito: Reprodução)
O homem de camisa amarela é um dos mais violentos na série de agressões (Crédito: Reprodução)

Uma mulher foi brutalmente agredida na tarde de segunda-feira (1º) no Conjunto Vista Bela, na região norte de Londrina. As informações são do repórter Fábio Calsavara do Jornal de Londrina.

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Evelyn Daiane de Oliveira, de 31 anos, foi alvo de chutes e pauladas desferidos por pelo menos cinco homens. Ela foi encaminhada em estado grave à Santa Casa de Londrina. Até as 10h20, não havia mais informações sobre as motivações do crime nem sobre a identidade dos agressores. A sequência de agressões foi filmada por um morador vizinho à rua onde Evelyn foi espancada. As imagens são fortes e mostram moradores tentando impedir os agressores. Uma mulher com um carrinho de bebê chega a intervir, mas é afastada por um dos homens. No vídeo é possível ouvir a preocupação dos jovens que gravam as imagens. “Morreu”, fala um deles. O outro pede que a gravação seja interrompida com medo de ser identificado pelos agressores.

Evelyn consegue se levantar depois de uma série de pauladas pelo corpo e tenta se abrigar na frente de uma casa, mas os agressores a seguem e atiram a mulher de volta para a rua, onde segue a série de violência. Ao redor, uma dezena de pessoas, inclusive crianças, assiste ao massacre sem nenhum tipo de reação. Um dos espancadores, de camisa amarela, desfere 16 golpes em apenas 10 segundos.

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De acordo com a assessoria de imprensa da Santa Casa de Londrina, o estado de Evelyn é considerado estável. Ela deu entrada no hospital às 18h50 de segunda-feira com traumatismos múltiplos pelo corpo. Fraturas expostas nos braços e pernas, além de lesões graves na bacia e nas mãos constam no prontuário médico da vítima.

Ainda na segunda-feira Evelyn passou por uma cirurgia de fixação da perna esquerda. Outros procedimentos ainda serão necessários. Ela está no quarto, respira sem a ajuda de aparelhos e recebeu atendimento das equipes de serviço social do hospital.

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