Londrina

Teatro Zaqueu de Melo recebe “Alice no País das Maravilhas” 

Da Redação ·
Teatro Zaqueu de Melo recebe “Alice no País das Maravilhas” -Foto: Divulgação
Teatro Zaqueu de Melo recebe “Alice no País das Maravilhas” -Foto: Divulgação

Os pais que quiserem proporcionar a seus filhos uma noite divertida podem levá-los para assistir a peça infantil “Alice no País das Maravilhas”. A apresentação será na sexta-feira (27), às 20 horas, no Teatro Zaqueu de Melo, na avenida Rio de Janeiro, 413, na região central.

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A entrada custa R$ 8,00 e será vendida meia hora antes do espetáculo. De acordo com a atriz, Luana Fermino de Carvalho, a peça pode ser vista por crianças acima de 2 anos. “O público pode esperar muita risada e diversão, porque a história tem personagens diversificados e um toque de piada. Ela é uma releitura do livro de Charles Dodgson e já foi apresentada em Londrina, no Teatro Ouro Verde”, disse.

Escolas - Na quinta-feira (26) e na sexta-feira (27), os alunos das escolas públicas de Londrina também poderão se divertir com a Companhia Vem Vento, que apresentará a peça nas sessões das 13h30, 14h40 e às 15h50, no Teatro Zaqueu de Melo, exclusivamente para os estudantes. Peça – “Alice no País das Maravilhas” conta a história de uma menina sonhadora, que cai na toca de um coelho vestido de colete e carregando um relógio. Lá depara-se com situações lúdicas, onde ela cresce e diminui ao tomar poções mágicas, conversa com as flores, lagarta, chapeleiro maluco e uma lebre biruta. Durante seu sonho, ela se diverte em seu mundo lúdico, que só acaba quando é acordada pela irmã.

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Areté - O nome Areté em Tupi-Guarani significa dia festivo. Na Grécia antiga, a mesma grafia era sinônimo de coragem e força para enfrentar as adversidades, e também como educação para formar indivíduos capazes de desempenhar qualquer função na sociedade. Segundo a coordenadora do projeto, a escolha do nome tem a ver com o resgate da essência da palavra.


“Areté: de Norte a Sul”  tem relação com as ações que são moldadas na medida em que as relações das comunidades e dos participantes se estreitam. “Queremos fazer com que eles vejam o ambiente ao seu redor por um viés artístico, em um sistema de trocas no qual o artista realiza uma ideia junto à sua comunidade. A partir de então, a ideia dessa obra deixa de ser só dele e passa a ser compartilhada”, afirmou a coordenadora.