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Radicado em Lisboa, galã das seis teme violência no Rio e não quer voltar

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CAROLINA FARIAS

RIO DE JANEIRO, RJ (UOL/FOLHAPRESS) - Carioca residente em Portugal desde 2015, Bruno Cabrerizo, o Inácio de “Tempo de Amar”, não pensa em voltar com a família para o Brasil. O ator, que tem dois filhos Gaia, 7, e Elia, 4, tem receio da violência, principalmente no Rio de Janeiro. “Nosso país passa por um grave momento de segurança. É muito complicado. Há cinco anos, quando vim de férias com a família, eu pensava em trazê-los. Quando cheguei agora, mudei de ideia", afirma o ator, que é separado da mãe das crianças, nascidas na Itália.

Em sua estreia na TV brasileira, como protagonista e aos 38 anos, Cabrerizo teve outras carreiras: foi jogador de futebol –chegou a atuar no Botafogo e no Flamengo–, modelo e até apresentador na Europa. “O bom de chegar na Globo aos 38 e com alguns fios brancos é que eu não tenho mais a cabeça dos 20, de quando saí do Brasil. Tenho maturidade e experiência para lidar com certas coisas, inclusive a possível falta de trabalho, a fama, o assédio, tudo que vem ao junto a esse trabalho”, explica.

Mesmo fugindo do rótulo de galã -“já viram o tamanho do meu nariz”, brinca- Bruno admite que recebe cantadas de fãs nas ruas e pelas redes sociais. “Pela internet é um pouco mais picante, no dia a dia é mais normal. Pessoalmente, às vezes, chegam e pedem: ‘Me dá um beijo na bochecha que vou pedir para tirar foto?’ Daí é não, né? Uma foto abraçado já está bem bom. As pessoas perdem um pouco a noção, mas tem que falar com jeitinho senão ficam chateadas”, conta.

Bruno faz um certo mistério sobre sua permanência no Brasil, mas revela que recebeu propostas, inclusive da Globo. “É óbvio que chegam propostas. Algumas, eu neguei. Vou conversar com a Globo sobre qual o projeto de carreira tem para mim. Tenho coisas em Portugal me aguardando. Vim para o Brasil por conta dessa excelente oportunidade: trabalhar como protagonista na minha primeira novela. O trem passa uma vez só na vida e eu tive que subir, mesmo com o custo de ficar longe dos meus filhos, que são as pessoas mais importantes da minha vida. Decidi pelo futuro deles.”

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