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Forças Armadas fazem operação em três favelas do Rio

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MARTHA ALVES E SÉRGIO RANGEL

RIO DE JANEIRO, RJ E SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - As Forças Armadas fazem uma operação nas favelas Vila Kennedy e Vila Aliança, na zona oeste do Rio de Janeiro, e Coreia, na região metropolitana, na manhã desta sexta-feira (23).

Na quarta-feira (21), o subcomandante da UPP (Unidade de Polícia Pacificadora) da Vila Keneddy foi morto em Jacarepaguá. O corpo do tenente Guilherme Lopes da Cruz foi sepultado nesta quinta (22).

Criminosos da região também são suspeitos de matarem na terça (20), o sargento do Exército, Bruno Albuquerque Cazuca, durante um arrastão em Campo Grande.

Com um efetivo de 3.200 homens, o Exército está com a responsabilidade de fazer o cerco e a desobstrução das vias nas regiões alvo da operação, que também conta com agentes das polícias Civil e Militar.

De acordo com a Secretaria de Segurança Pública do Rio, até o espaço aéreo está sendo controlado. No entanto, não haverá interferência nas operações dos aeroportos.

A ação das Forças Armadas, iniciada por volta das 5h, é acompanhada no CICC (Centro Integrado de Comando e Controle), na Cidade Nova, por representantes de todas as instituições envolvidas na operação, que orientam os militares em tempo real.

OUTRAS OPERAÇÕES

Na última terça (20), militares fizeram um cerco à favela Kelson’s, na região da Penha, zona norte da cidade. Ao menos quatro suspeitos foram presos.

As entradas da comunidade foram ocupadas pelos militares do Exército. Moradores são submetidos a revista de soldados antes de deixarem a favela, que é vizinha do CIAA (Centro de Instrução Almirante Alexandrino), da Marinha.

O quartel é o maior e mais diversificado centro de formação de praças da Marinha.

Os traficantes da favela são conhecidos pela ousadia. O quartel é separado da comunidade dominada pelo Comando Vermelho por apenas um muro.

Um dia antes, equipes do Exército montaram barreiras nas principais entradas do Complexo do Chapadão. Atentos à movimentação, os moradores dos bairros de Guadalupe e Anchieta foram discretos e evitaram comentar a movimentação.

Centenas de militares entraram em pontos estratégicos do complexo de favelas, que se estendem pelos bairros de Guadalupe, Pavuna e Anchieta. O Complexo do Chapadão é dominado pelo tráfico e por gangues de roubo de cargas.

Nas duas primeiras horas de operação na entrada da rua Fernando Lobo, a reportagem presenciou apenas um gesto de apoio aos militares. Uma criança de dois anos pediu ao pai para cumprimentar um soldado.

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