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'Não tem como fazer o bloco sem tocar Tim Maia', diz Tiago Abravanel

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MÁRCIA SOMAN

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O cantor e ator Tiago Abravanel, 30, comanda no próximo domingo (4) o bloco Gambiarra na zona oeste de São Paulo. Será a terceira vez dele em cima do trio elétrico com um repertório 100% brasileiro com todos os estilos, de pop e rock ao samba e funk.

Quem tem espaço garantido no repertório do Gambiarra é Tim Maia. "Recebo muito pedido para tocar Tim Maia, não tem como eu fazer um show e não tocar as músicas dele. Fora que é um hit. Que música do Tim Maia não fez sucesso?", diz Abravanel, que interpretou o cantor no espetáculo "Vale Tudo", entre 2011 e 2013.

Cantar nos palcos e em cima do trio elétrico, contudo, é muito diferente. "Quando você está no bloco de rua existem pessoas de todos os tipos no público. Nem todos estão ali para te ver, diferente do teatro, onde as pessoas pagaram para te ver cantar", explica Abravanel. "O bloco é minha oportunidade de estar mais próximo das pessoas, dali enxergo todo mundo, da senhorinha na janela do apartamento ao casal se amassando num canto."

O cantor diz ainda que sempre teve curiosidade de vivenciar o Carnaval de rua de São Paulo, que considera mais intimista que a folia em Salvador ou no Rio de Janeiro. "É um Carnaval muito próximo, feito por grupos de amigos que vão juntos ao bloco ou que montaram um bloco para saírem juntos na rua", descreve Abravanel.

O bloco da Gambiarra foi criado em 2015 por profissionais do teatro. Neste ano, o desfile começará às 14h, na avenida Faria Lima, em Pinheiros, na zona oeste de São Paulo, e a expectativa é atrair novamente cerca de 60 mil foliões. Abravanel dividirá o trio elétrico com as cantoras Gloria Groove, Ludmillah Anjos e Silvetty  Montilla.

O tema do desfile deste ano será "somos todos flores". Tiago explica: "Cada um com seu jeito, cada um com seu cheiro, com sua pétala, seu perfume, com seu visual, somos todos flores. Acho que é importante a gente falar sobre a democratização social, seja ela religiosa, seja ela por orientação sexual, seja ela por raça. A gente pode transformar o mundo, trazer o sentimento do amor como base de tudo, sem precisar julgar o outro pelo que ele é".




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