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Proposta de faixas de pedestre em 3D visa reduzir atropelamentos

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Faixa de pedestre pinta em 3D na Islândia - Foto: Facebook/Vegamálun GÍH
Faixa de pedestre pinta em 3D na Islândia - Foto: Facebook/Vegamálun GÍH

Como a faixa de pedestres parece não significar nada para muitos motoristas, algumas tentativas de pinturas em três dimensões pelo mundo tentam tornar o sinal mais visível, com objetivo de reduzir atropelamentos.

Iniciativas já foram vistas na China, Índia, Geórgia e agora na Islândia. A ideia é usar a ilusão de óptica como um fator a mais para fazer o motorista reduzir a velocidade e permitir a passagem dos transeuntes.

Segundo informou a agência de notícias chinesa Xinhua, em Chengdu, pedestres notaram que os veículos passaram a parar mais na faixa com a pintura 3D.


No Brasil
A prefeitura de Santo André, no ABC paulista, inaugurou uma faixa de pedestres pintada no estilo de terceira dimensão (3D) no centro da cidade. A faixa fica em uma travessia na Praça IV Centenário, ao lado do Paço Municipal. O prefeito Paulo Serra (PSDB) diz que "a cidade tem muitas prioridades mas ferramentas inovadoras a baixo custo devem sempre ser utilizadas".

Há duas semanas, dois grafiteiros pintaram quatro faixas de pedestres em terceira dimensão (3D) nas principais avenidas de Primavera do Leste, a 239 km de Cuiabá. O objetivo é reduzir o número de acidentes causados por excesso de velocidade.

Mortes de pedestres
Um estudo da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) apontou que 22% das mortes no trânsito se referem a pedestres.

Um pedestre tem menos de 20% de probabilidade de morrer se atropelado por um automóvel a menos de 50 km/h, mas quase 60% se atropelado a 80 km/h.

No entanto, ainda não existem estudos que comprovem a eficácia da faixa 3D, que pode cair conforme os motoristas vão se acostumando com a ilusão.


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