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Filas estão sob controle, afirma secretário de SP

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O secretário municipal da Saúde, Wilson Pollara, afirma que as filas da saúde na gestão Doria estão "totalmente sob controle".

Segundo ele, atualmente os prestadores da prefeitura têm capacidade para fazer mais de 87 mil exames por mês dentre os incluídos no Corujão da Saúde, e a demanda atual é menor que essa -por isso, ninguém vai esperar mais de um mês para esses diagnósticos.

Em relação aos demais procedimentos, Pollara afirma que muitos dos que ainda estão na fila não precisariam mais do exame, porque entraram há muito tempo na lista.

"Se for ligar para essas pessoas, vai sobrar um décimo. Muitas vezes o paciente é operado antes, ou acontece outra coisa." Ainda assim, o prazo que ele avalia ser adequado é de 30 a 60 dias.

Segundo ele, a maior evidência de sucesso é a redução das solicitações mensais de novos diagnósticos, de 200 mil por mês para 80 mil. A diminuição, de acordo com ele, ocorreu após diálogos com profissionais das unidades da rede.

Já a situação das cirurgias é mais complexa, afirma Pollara, pois demanda vagas em hospitais, médicos e outros recursos. A pasta lançou recentemente um programa para reduzir a fila desses procedimentos. "No ano que vem vai estar bem melhor", promete. "O SUS vai melhorar tanto que vai ter plano de saúde preocupado."

PACIENTES

Em relação ao caso de Aparecida da Silva, a secretaria disse que, em janeiro deste ano, a solicitação para ela realizar uma espirometria foi "desativada" por "ultrapassar 180 dias".

"Por se tratar de exame muito específico (não relacionado nos seis do Corujão da Saúde, inclusive), a fila de espera é excepcional à regra de 60 dias", afirma.

O órgão informou, porém, que, devido a uma desistência, a paciente já foi encaixada para fazer o procedimento nesta semana.

Em relação ao caso de Joana D'Arc Mendes da Silva, a Autarquia Hospitalar Municipal disse que ela passou por consulta há dois anos e que a equipe tentou entrar em contato para dar continuidade ao tratamento, com fisioterapia.

A casa de Joana não tem telefone. O órgão municipal afirmou não ter registro da indicação para a cirurgia que ela espera.

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