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Preparador físico nega conotação sexual em toques

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A reportagem procurou a defesa do preparador físico Nuno Cobra na tarde desta segunda (11), deixou recados, mas não obteve resposta até as 20h30.

A decisão judicial que determinou a condenação relata depoimento de Cobra em audiência de 14 de junho. Ele refuta a acusação.

Segundo a juíza, a tese da defesa é de que a "conduta é perfeitamente normal, já que o réu está acostumado a tocar nas pessoas, bem como que não haveria conotação sexual nos toques por ele realizados na vítima".

Ele disse não se lembrar detalhadamente do ocorrido no voo em 2015, "mas que normalmente abraça as pessoas". Cobra nega ter tocado no seio da vítima.

Segundo relata a decisão, o preparador físico "destacou ainda que não costuma tocar nas coxas das mulheres, mas 'apenas em seus joelhos, após dizer alguma frase extremamente importante para o resto da vida da pessoa, seja homem ou mulher".

Educador físico de formação, Cobra é autor de "A Semente da Vitória", que já ultrapassou a 100ª edição.

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