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ATUALIZADA - Secretário de Justiça chama caso de 'terrorismo doméstico'

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O secretário de Justiça dos EUA, Jeff Sessions, afirmou nesta segunda-feira (14), durante o programa "Good Morning America", da rede ABC, que a morte de uma mulher durante os confrontos em Charlottesville, no Estado da Virgínia, "atende à definição de terrorismo em nossa lei".

Uma mulher morreu e 19 pessoas ficaram feridas em Charlottesville, no sábado (12), quando um carro avançou contra uma multidão contrária a uma marcha de supremacistas brancos e neonazistas.

O ato havia sido convocado para protestar contra a retirada de uma estátua do general Robert Lee (1807-1870), o derrotado líder dos confederados na Guerra Civil americana (1861-1865).

Sessions afirmou que o Departamento de Justiça está acompanhando o caso "em todas os sentidos".

"Você pode ter certeza de que vamos avançar a investigação para as acusações mais graves que possam ser feitas, porque este é um ataque sem dúvida inaceitável e maligno, que não tem lugar na América", disse o secretário.

Sessions também afirmou que ele irá se encontrar com o presidente Donald Trump e funcionários do FBI nesta segunda para discutir a violência em Charlottesville.

Pouco antes da entrevista à rede ABC, Sessions afirmou que "muito já se havia interpretado" a respeito do primeiro comunicado do presidente, em que ele foi criticado por não repudiar expressamente os movimentos neonazistas e de supremacia branca.

Segundo o secretário, Trump desde o começo "condenou explicitamente" a violência e que ele se opunha totalmente aos valores de grupos racistas. "Ele estava firme em relação a isso desde o início. Ele está muito abalado com tudo isso", disse.

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