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Polícia identifica suspeito de atear fogo para tentar matar travesti no Rio

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A Polícia Civil do Rio identificou o suspeito de tentar matar uma travesti de 23 anos em Alcântara, bairro de São Gonçalo, Baixada Fluminense.

O crime ocorreu no último dia 28. A jovem entrou em um motel acompanhada de um homem. Na madrugada, foi estrangulada com um lençol e desmaiou. O homem enrolou a jovem em um lençol e ateou fogo no quarto usando uma garrafa de bebida alcoólica como combustível. O suspeito trancou a porta e deixou o local.

Clientes do motel socorreram a jovem, que teve 35% do corpo queimado, mas sobreviveu apesar dos ferimentos graves. Ela teve parte do rosto e da orelha esquerda totalmente queimados, assim como os cabelos longos.

Identificada como Jessica, a travesti conseguiu prestar depoimento à polícia no hospital onde está internada, no mesmo bairro de onde ocorreu o crime. Com ajuda do relato de outra travesti que já teria sido agredida pelo homem, o suspeito foi identificado. A delegacia de Alcântara (74ª DP) registrou o caso e representou pela prisão do homem.

Fábio Barreto da Silva, também de 23 anos, foi identificado como o possível autor do crime. Ele já era foragido da Justiça por tráfico e roubo. As buscas pelo homem ainda estão ocorrendo.

Jessica, cujo nome de batismo é Alef Pereira, disse ao jornal "Extra" que desistirá da prostituição e tentará voltar a estudar. Sobre sua sexualidade, disse que manterá a orientação sexual, porém não mais como travesti, e sim como homem homossexual.

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